Conteúdo Captable https://content.captable.com.br A maior plataforma de investimentos em startups do Brasil Tue, 20 Aug 2024 12:50:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://content.captable.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-Design-sem-nome-16-32x32.png Conteúdo Captable https://content.captable.com.br 32 32 Como investir em unicórnios? Bossa Invest lança oportunidade na Captable https://content.captable.com.br/como-investir-em-unicornios-bossa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-investir-em-unicornios-bossa https://content.captable.com.br/como-investir-em-unicornios-bossa/#respond Tue, 20 Aug 2024 12:46:44 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2950 Se você está interessado em saber como investir em unicórnios, a Bossa Invest trouxe uma nova oportunidade para investidores brasileiros acessarem o mercado global de startups de tecnologia de ponta. Nesta semana, a venture capital, líder em investimentos na América Latina, anunciou o lançamento de sua segunda rodada de investimentos em unicórnios americanos, em parceria […]

The post Como investir em unicórnios? Bossa Invest lança oportunidade na Captable first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
Se você está interessado em saber como investir em unicórnios, a Bossa Invest trouxe uma nova oportunidade para investidores brasileiros acessarem o mercado global de startups de tecnologia de ponta.

Nesta semana, a venture capital, líder em investimentos na América Latina, anunciou o lançamento de sua segunda rodada de investimentos em unicórnios americanos, em parceria com a Captable, a maior plataforma de investimentos em startups do Brasil.

A rodada é uma oportunidade para mais pessoas terem acesso a investimentos em gigantes como SpaceX, OpenAI, Anthropic e outros unicórnios americanos.

Oportunidade de investimento em unicórnios com atuação global

A nova rodada de investimentos da Bossa Invest inclui um portfólio diversificado de 17 startups americanas que estão liderando inovações em setores como inteligência artificial, robótica e criptoativos.

Entre os nomes de destaque, estão gigantes como SpaceX, OpenAI, Anthropic e Kraken. Com essa nova rodada, os investidores brasileiros têm a chance de participar do crescimento de algumas das empresas mais promissoras do mundo, muitas delas em estágio pré-IPO, o que pode resultar em retornos significativos.

Como funciona o modelo de investimento?

Os investimentos são estruturados em uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), que permite aos investidores brasileiros fazer aportes indiretos nas startups selecionadas. Esse modelo de investimento proporciona diversificação e diluição de riscos, tornando-se uma estratégia atrativa para quem deseja explorar o mercado de venture capital com segurança.

Segundo Paulo Deitos, CEO da Captable, a resposta positiva à primeira rodada, lançada em julho, impulsionou o lançamento desta nova oportunidade. “Após o sucesso da primeira rodada, ficou claro que existe um grande interesse por investimentos em startups globais. Agora, ampliamos essa oportunidade com um portfólio ainda mais robusto”, afirmou Deitos.

Por que investir em unicórnios?

Investir em unicórnios – startups avaliadas em mais de um bilhão de dólares – pode ser uma excelente estratégia para quem busca retornos acima da média. Startups como SpaceX e OpenAI não são apenas líderes em seus setores, mas também estão na vanguarda de inovações que moldarão o futuro.

Com um valuation combinado superior a US$ 310 bilhões, o novo pool de investimentos oferece uma exposição significativa a tecnologias disruptivas.

Democratizando o acesso ao Venture Capital

A Captable, que já ajudou mais de 70 startups a captar mais de R$ 115 milhões desde sua criação, continua desempenhando um papel crucial na democratização do acesso ao venture capital no Brasil

“Com essa segunda rodada, continuamos comprometidos em democratizar o acesso ao venture capital no Brasil, sempre garantindo que os investidores tenham acesso a oportunidades estratégicas”, destaca Deitos.

Como investir em unicórnios?

Investidores interessados podem participar com aportes a partir de R$ 1.000,00, uma oportunidade acessível para diversificar seu portfólio e se posicionar no mercado global. Para mais informações, acesse a página do Pool Bossa & Captable II.

Startups Destacadas no Pool de Investimentos

  • SpaceX: Empresa de exploração espacial de Elon Musk.
  • OpenAI: Líder em inteligência artificial.
  • Anthropic: Focada em IA ética e segura.
  • Agility Robotics: Especialista em robótica avançada.
  • Kraken: Plataforma de criptoativos.
  • Cerebras Systems: Processadores para inteligência artificial.
  • Groq: Hardware de alto desempenho para IA.
  • Turo: Aluguel de carros entre pessoas.
  • Standard AI: Tecnologia de lojas autônomas e inteligentes.
  • Fetch: Robôs móveis para logística interna.
  • Rescale: Plataforma de computação em nuvem.
  • 6sense: Previsão de vendas baseada em IA.
  • SambaNova Systems: Soluções de IA para empresas.
  • Hugging Face: Ferramentas de processamento de linguagem natural.
  • Axiom Space: Estações espaciais comerciais para pesquisa.
  • Apollo GraphQL: Plataforma para gerenciamento de APIs.
  • Lambda: Computação para deep learning acessível.

Eventualmente, por questões operacionais, as startups listadas poderão não ser investidas, de modo que empresas semelhantes serão investidas, no mesmo formato aqui descrito.

Por que importa?

A nova rodada de investimentos da Bossa Invest, em parceria com a Captable, oferece uma excelente oportunidade para quem deseja investir em unicórnios e participar do crescimento de algumas das startups mais inovadoras do mundo. Com aportes acessíveis e um modelo de investimento estruturado para minimizar riscos, essa é uma chance única de se posicionar no mercado global de tecnologia.

Se você deseja aprender mais sobre como investir em unicórnios e aproveitar essa oportunidade, não deixe de conferir todas as informações no site da Captable e prepare-se para fazer parte do futuro da inovação tecnológica.

Não invista antes de entender as informações essenciais da oferta.

The post Como investir em unicórnios? Bossa Invest lança oportunidade na Captable first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/como-investir-em-unicornios-bossa/feed/ 0
High-tech fat: startup inova com “gordura de porco cultivada” https://content.captable.com.br/gordura-de-porco-cultivada-cellva/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=gordura-de-porco-cultivada-cellva https://content.captable.com.br/gordura-de-porco-cultivada-cellva/#respond Thu, 18 Jul 2024 12:56:33 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2933 A Cellva, startup de biotecnologia, iniciou uma nova rodada de captação de investimentos por meio da Captable, principal plataforma de investimentos em startups no Brasil.  A deeptech (startup de tecnologia de ponta) brasileira busca levantar R$800 mil para expandir suas operações e solidificar sua posição no mercado de ingredientes alimentícios inovadores. Esta captação faz parte de uma […]

The post High-tech fat: startup inova com “gordura de porco cultivada” first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
Cellva, startup de biotecnologia, iniciou uma nova rodada de captação de investimentos por meio da Captable, principal plataforma de investimentos em startups no Brasil. 

A deeptech (startup de tecnologia de ponta) brasileira busca levantar R$800 mil para expandir suas operações e solidificar sua posição no mercado de ingredientes alimentícios inovadores. Esta captação faz parte de uma estratégia maior de captação que totaliza R$8,5 milhões.

Fundada por Sérgio Pinto, ex-diretor de Inovação Global da BRF, e Bibiana Matte, PhD em biotecnologia com experiência em universidades como Michigan e San Diego, a Cellva já recebeu investimentos de Proveg, Rumbo Ventures, AirCapital, Fundepar e EA Angels na rodada atual. 

OS DIFERENCIAIS DA CELLVA

A empresa é a única da América Latina que possui um centro de biotecnologia e desenvolvimento de alimentos com 120 m², equipado com tecnologia de ponta para a produção de gordura e novos ingredientes. Sua plataforma tecnológica agrega valor em todas as etapas do processo, atendendo a um mercado global avaliado em mais de US$ 220 bilhões​​​​.

Cellva desenvolve biotecnologia proprietária para a produção de gordura suína cultivada, permitindo a multiplicação de células de gordura em laboratório sem a necessidade de abate dos animais, em um processo 95% mais rápido e eficiente. 

Atualmente, a startup tem contratos de desenvolvimento preliminares com três das dez maiores empresas de ingredientes do mundo e planeja aumentar significativamente sua capacidade produtiva para atender à crescente demanda da indústria alimentícia​​​​.

“Estamos revolucionando o mercado de ingredientes alimentícios ao utilizar a biodiversidade brasileira para desenvolver gorduras menos saturadas e microcápsulas para agregar sabor e nutrição. Nosso objetivo é atender à crescente demanda da indústria alimentícia por ingredientes mais saudáveis e sustentáveis”, afirma Sérgio Pinto, CEO e cofundador da Cellva​​​​.

O DESTINO DO INVESTIMENTO

Os recursos captados serão utilizados para expandir a capacidade produtiva da empresa, internacionalizar a operação e contratar novos profissionais especializados. 

A startup tem ingredientes no mercado disponíveis para testes que são o caso dos microcarreadores e das microesferas. Em relação à gordura cultivada, entrará com processo de aprovação na Anvisa para começar a comercialização em larga escala de seus produtos.

“Nosso foco é resolver um dos maiores desafios do nosso tempo: o impacto climático da produção de alimentos. Com a nossa tecnologia, podemos oferecer gorduras e ingredientes de alta qualidade para nutrição humana, reduzindo significativamente danos ambientais,” complementa Bibiana Matte, CSO e cofundadora da Cellva​​​​.

COMO FAZER PARTE DO SUCESSO

“A Cellva representa uma inovação significativa no setor de alimentos, combinando sustentabilidade com alta tecnologia para nutrição. Acreditamos que essa rodada de captação tem potencial de trazer grandes retornos para os investidores e ajudará a impulsionar a produção de ingredientes alimentícios mais saudáveis e sustentáveis,” destaca Paulo Deitos, cofundador e CEO da Captable​​.

rodada de captação na Captable está aberta a qualquer pessoa interessada em investir, com aportes a partir de R$ 2.000. As informações completas sobre a oportunidade de investimento na Cellva, estão no site da Captable. 

Não invista antes de entender as informações essenciais da oferta.

The post High-tech fat: startup inova com “gordura de porco cultivada” first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/gordura-de-porco-cultivada-cellva/feed/ 0
Aluguel sem fiador? Fintech Alpop revoluciona aluguel para negativados https://content.captable.com.br/aluguel-sem-fiador-fintech-alpop/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aluguel-sem-fiador-fintech-alpop https://content.captable.com.br/aluguel-sem-fiador-fintech-alpop/#respond Thu, 27 Jun 2024 14:27:53 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2919 A Captable, a maior plataforma de investimentos em startups do Brasil, anuncia a abertura de uma nova rodada de captação de investimentos para a startup Alpop. A fintech, que está revolucionando o mercado de aluguel residencial e comercial, busca levantar até R$ 1,2 milhão para expandir suas operações e implementar melhorias tecnológicas.  Com esta captação, […]

The post Aluguel sem fiador? Fintech Alpop revoluciona aluguel para negativados first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
A Captable, a maior plataforma de investimentos em startups do Brasil, anuncia a abertura de uma nova rodada de captação de investimentos para a startup Alpop. A fintech, que está revolucionando o mercado de aluguel residencial e comercial, busca levantar até R$ 1,2 milhão para expandir suas operações e implementar melhorias tecnológicas. 

Com esta captação, a Alpop pretende aumentar seu impacto social, oferecendo soluções acessíveis e inovadoras para famílias de baixa renda.

A Alpop tem se destacado no mercado por sua abordagem inclusiva e tecnológica, facilitando o acesso à moradia para inquilinos sem histórico de crédito positivo e com rendas informais. 

Utilizando um algoritmo proprietário de análise de risco, a startup consegue avaliar rapidamente a capacidade de pagamento dos inquilinos, dispensando a necessidade de fiador ou caução. Este modelo tem atraído um grande número de investidores e parceiros, consolidando a Alpop como uma das soluções mais promissoras no setor de locação popular.

Uma chance de fazer parte de algo maior

A rodada de investimentos atual faz parte de um plano estratégico maior da Alpop, que inclui a expansão de suas parcerias com imobiliárias e o aprimoramento de sua tecnologia de análise de risco. 

Com mais de 300 imobiliárias parceiras em todo o Brasil, a startup já impactou mais de 10.000 famílias, oferecendo uma solução prática e segura para o aluguel de imóveis. A captação de R$ 1,2 milhão permitirá que a Alpop amplie sua atuação e desenvolva novas funcionalidades em sua plataforma, atendendo a um número ainda maior de pessoas.

Desde sua fundação, a Alpop tem registrado um crescimento notável. Em 2023, a startup alcançou uma receita bruta de R$ 3,5 milhões, representando um crescimento de mais de 63% em relação ao ano anterior. 

O número de contratos ativos também aumentou significativamente, chegando a 4.334 em 2024. Estes resultados positivos são indicativos do forte potencial da Alpop para continuar expandindo e inovando no mercado de aluguel.

Impacto social

A Alpop não só oferece soluções inovadoras para o mercado de aluguel, mas também se compromete com o impacto social. No Brasil, 77% das famílias que pagam aluguel têm renda de até seis salários mínimos, muitas das quais enfrentam grandes desafios para acessar moradias dignas no mercado formal devido a barreiras como negativação de crédito e renda informal. 

A Alpop tem se dedicado a resolver esses problemas, facilitando o acesso à moradia para este segmento da população.

A startup já facilitou o acesso à moradia para milhares de famílias de baixa renda, muitas das quais enfrentam dificuldades significativas para encontrar um lugar digno para viver. “Queremos ser mais do que uma solução tecnológica; nosso objetivo é causar um impacto positivo na sociedade, oferecendo moradia digna e segura para todos”, afirma Belazzi.

Por que importa?

A Captable, como plataforma líder em investimentos em startups, vê na Alpop uma oportunidade única de promover a inclusão financeira e a democratização do mercado de aluguel no Brasil. 

“A Alpop representa um avanço significativo no setor de locação, trazendo inovação e acessibilidade para um segmento historicamente negligenciado. Faz parte da missão da Captable apoiar e proporcionar meios de contribuir para o crescimento de startups com fortes propósitos como a desta rodada”, destaca Paulo Deitos, CEO da Captable.

Investidores interessados podem acessar mais detalhes sobre a rodada de investimento e sobre a Alpop visitando a página da rodada no site da Captable.

The post Aluguel sem fiador? Fintech Alpop revoluciona aluguel para negativados first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/aluguel-sem-fiador-fintech-alpop/feed/ 0
Essa energytech entrega energia solar para condomínios sem custo inicial https://content.captable.com.br/energytech-energia-solar-edsun/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=energytech-energia-solar-edsun https://content.captable.com.br/energytech-energia-solar-edsun/#respond Tue, 30 Apr 2024 17:54:22 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2892 A busca por fontes de energia limpa e renovável tem se tornado uma prioridade global – e prioridade para as energytechs – impulsionada pela crescente preocupação com as mudanças climáticas e a sustentabilidade do planeta.  Ao mesmo tempo, instalar usinas solares em condomínios verticais é um problema: é preciso aprovação unânime para aprovar o gasto, […]

The post Essa energytech entrega energia solar para condomínios sem custo inicial first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
A busca por fontes de energia limpa e renovável tem se tornado uma prioridade global – e prioridade para as energytechs – impulsionada pela crescente preocupação com as mudanças climáticas e a sustentabilidade do planeta. 

Ao mesmo tempo, instalar usinas solares em condomínios verticais é um problema: é preciso aprovação unânime para aprovar o gasto, o custo inicial costuma ser impeditivo e é preciso dispender um valor relevante mensal para quitação da instalação das placas. 

Com a Edsun, o custo inicial é zero, a rentabilidade da geração de energia é dividida – 30% fica com o condomínio e o restante é direcionado para o pagamento da instalação e remuneração de investidores que financiam a compra das placas solares. Durante o tempo do contrato, geralmente de mais de 10 anos, o valor da economia repassada ao condomínio é crescente, aumentando o desconto na conta de luz do empreendimento.

Nesse cenário, empresas como a Edsun despontam como protagonistas, oferecendo soluções inovadoras para democratizar o acesso à energia solar fotovoltaica. Através da Captable, a Edsun está levantando uma rodada de investimento para atender ainda mais condomínios e contribuir para um futuro mais sustentável.

energytech-energia-solar

Democratizando a Energia Solar

A Edsun nasceu com uma missão clara: maximizar os investimentos em energia solar fotovoltaica, tornando-a acessível para condomínios residenciais e comerciais. Seu modelo de negócio inovador envolve a locação de usinas solares instaladas nos condomínios, proporcionando uma redução imediata na conta de energia de até 30%. 

Além disso, a Edsun oferece uma oportunidade de investimento lucrativa para os financiadores, que podem receber rendimentos mensais através dos recebíveis gerados pelos contratos de locação das usinas.

Ou seja: a Edsun instala e gerencia usinas solares em condomínios sem altos custos iniciais. Uma mistura de greentech com fintech, a Edsun faz o investimento e a locação de usinas fotovoltaicas instaladas em condomínios residenciais e comerciais, gerando contratos de locação de usinas solares de longo prazo – estes, são convertidos em recebíveis mensais e ofertados para investidores. 

Dessa forma, o capital volta para a Edsun que instala novas usinas. 

Por que Investir na Edsun?

A empresa atende a uma demanda crescente por energia renovável, oferecendo uma solução prática e acessível para condomínios que desejam adotar a energia solar. 

Além disso, o modelo de negócio da Edsun demonstrou um forte potencial de retorno financeiro, com indicadores como aumento de clientes, crescimento da receita recorrente e taxa de evasão de clientes (churn) próxima a zero.

Quem está por trás desse modelo de negócio inovador?

energytech-energia-solar-empreendedor-serial

Um empreendedor serial inicia vários negócios, um após o outro. Empreender diversas vezes não é sinal de fraqueza – com cada novo negócio, o fundador ganha mais experiência. Nas startups, o empreendor ainda pode vender um negócio, lucrar como fundador e voltar ao mercado para solucionar uma nova dor.

Esse é exatamente o caso do CEO da Edsun, um fundador que já entendeu como criar empresas com potencial de crescimento para lucrar no futuro.

Cristiano Meditsch, CEO da Edsun, tem um currículo extenso: em uma agência de marketing, desenvolveu trabalhos para Ipiranga, Coca-Cola e outros, depois de 15 anos, vendeu o negócio para uma agência maior. Após, tornou-se sócio do Vakinha, portal de crowdfunding de doações que se tornou o maior portal do segmento na América Latina – foi criador da marca e posicionamento da empresa, tendo seu exit em 2022.

Por que Importa?

Ao aportar em uma empresa que está democratizando o acesso à energia solar, os investidores estão fazendo parte de uma iniciativa que tem o potencial de impactar positivamente o meio ambiente e a comunidade. 

Além disso, a Edsun está alinhada com tendências globais de sustentabilidade e energia limpa, o que pode aumentar ainda mais o valor do investimento a longo prazo.

Se você quer fazer parte dessa jornada e realizar um investimento em um segmento em franco crescimento, conheça mais sobre a Edsun na Captable e torne-se um investidor.

The post Essa energytech entrega energia solar para condomínios sem custo inicial first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/energytech-energia-solar-edsun/feed/ 0
O que é investimento via sindicato? https://content.captable.com.br/o-que-e-investimento-via-sindicato/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-e-investimento-via-sindicato https://content.captable.com.br/o-que-e-investimento-via-sindicato/#respond Fri, 19 Apr 2024 19:14:53 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2879 Se você acompanha notícias de investimento em startups já deve ter percebido que algumas vezes é mencionado que a rodada foi liderada por um fundo ou por algum outro investidor de renome, com outros investindo junto na rodada.  Mas isso pode ocorrer nas plataformas como a Captable? O que é um investidor-líder? O QUE É […]

The post O que é investimento via sindicato? first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
Se você acompanha notícias de investimento em startups já deve ter percebido que algumas vezes é mencionado que a rodada foi liderada por um fundo ou por algum outro investidor de renome, com outros investindo junto na rodada. 

Mas isso pode ocorrer nas plataformas como a Captable? O que é um investidor-líder?

O QUE É UM INVESTIDOR-LÍDER?

O investidor-líder pode ser uma pessoa física ou jurídica dotada de conhecimento e experiência de mercado, que visa ser o ponto de referência técnica e informacional em uma rodada de investimentos.

No contexto do investimento em plataformas de crowdunding não é diferente. Um investidor líder possui diversas funções, sendo uma das principais reduzir a assimetria de informações entre a startup e os investidores, especialmente após a finalização da rodada.

Para ser investidor-líder, essa pessoa precisa cumprir alguns requisitos e precisa se comprometer a respeitar as regras da Resolução CVM 88, a resolução da CVM que trata do investimento em equity crowdfunding.

O QUE EU GANHO SENDO UM INVESTIDOR-LÍDER?

Os investidores-líderes possuem papel centralizador nessas ofertas, atuando como uma ponte entre o ecossistema e a startup, facilitando conexões e acompanhando a evolução da startup, sempre com o objetivo comum de que haja um retorno do investimento aos investidores.

Nesse sentido, o investidor-líder pode receber uma remuneração como contrapartida, a título de taxa de desempenho sobre eventuais exits da startup. Em regra, essa taxa de desempenho é um percentual sobre o ganho de capital dos investidores da rodada descontada a inflação do período (em geral pelo IPCA).

Assim, no momento do exit, há uma taxa de desempenho, pré-definida no contrato de investimento, que é retida e repassada ao investidor-líder. Geralmente, essa taxa é de até 10% (sendo 20% o limite máximo) do que ultrapassar uma determinada taxa de juros, como o CDI ou IPCA.

Em um exemplo: caso o investidor invista R$ 1.000 em uma startup e, no momento do exit, esse investimento tiver uma valorização de 200%, isso significa que o valor bruto a ser recebido é de R$.3.000 – um lucro de R$ 2.000. Caso a oferta tenha sido realizada no modelo de sindicato – que para fins de exemplo definiremos 10% como a taxa de desempenho, sem considerar taxas de juros – o investidor-líder receberá R$ 200 desse investimento. Na prática, o investidor receberá o valor de R$ 2.800.

E O QUE É SINDICATO?

Além da possibilidade da rodada poder contar com um investidor-líder, a Resolução 88 da CVM também permite que as plataformas organizem suas ofertas através de sindicatos de investimento, ou seja, uma forma dos investidores se aglutinarem em torno da figura do investidor-líder, que será, para fins legais, seu representante ou mandatário.

Essa é uma forma de ampliar o escopo de atuação desse investidor-líder, que passará, nesse contexto, além de reduzir assimetrias informacionais e colocar sua expertise em favor da oferta, a também ser o representante legal desses investidores, efetivamente representando-os no dia-dia durante e após a captação.

Um sindicato de investimentos pode contar inclusive com acordos de votos e outros ajustes entre investidor-líder e investidores aderentes.

Essa modalidade é uma forma prevista na regulação da CVM para que o grupo de investidores seja unificado em volta do investidor-líder, como procurador desse grupo de investidores – inclusive no captable da startup, para que não haja uma excessiva pulverização. Ainda, esse grupo de investidores pode, inclusive, se organizar por intermédio de uma estrutura jurídica própria, o que a regulação denomina veículo de investimento.

O QUE É UM VEÍCULO DE INVESTIMENTO?

É facultado ao sindicato de investimentos, liderado por um investidor líder, se organizar mediante a estruturação de um veículo de investimento. O veículo na realidade é uma estrutura jurídica e operacional que visa centralizar a gestão dos investimentos realizados pelos investidores aderentes. Dessa forma, é possível que os investidores aderentes ao sindicato aportem dinheiro no próprio veículo e este faça o aporte definitivo na startup, sendo o investidor aderente titular de uma “cota” deste veículo.

Como é exigido pela Resolução 88 que haja um veículo de investimento para cada rodada (sendo vedado a participação de um só veículo em mais de uma rodada), as formas mais comuns de constituição deste ente são a criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), com propósito limitado à rodada de captação, ou até mesmo uma SCP (Sociedade em Conta de Participação), ficando com a sua personalidade jurídica atribuída ao investidor líder como sócio ostensivo e os demais investidores como sócios participantes.

O veículo possibilita uma estrutura mais organizada para dispor sobre a governança do sindicato, a respeito de direitos e deveres dos investidores, tais como quórum deliberativo, matérias sujeitas à voto ou assembleia. Entretanto, o veículo de investimento deve respeitar integralmente os direitos individuais de cada investidor aderente como se esse estivesse investindo por conta própria, devendo garantir em sua estrutura de governança meios para que o investidor aderente exerça direitos individuais a respeito do seu valor mobiliário, principalmente no tocante à escolhas e opções entre receber o valor investido ou ser convertido, direito de exercer “exits”, dentre outros.

Nota:

Conforme a regulação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), há alguns requisitos para ser o investidor-líder de uma oferta pública com dispensa de registro à luz da Resolução CVM 88. Dentre eles:

  • Não possuir, antes da oferta, mais de 20% do capital social da empresa objeto do investimento;
  • Para captações até R$ 5 milhões: deverá investir recursos próprios equivalentes a pelo menos 5% do valor alvo mínimo da captação total da oferta, nos mesmos termos dos demais apoiadores; para captações acima de R$ 5 mi e inferior a R$ 10 mi: deve investir pelo menos 4% do valor alvo mínimo da captação total; para captações acima de R$ 10 milhões: deve investir pelo menos 3,5% do valor alvo mínimo.
  • Não ter sido condenado por crimes como por exemplo crimes falimentares, financeiros ou de ordem econômica;
  • Não estar inabilitado ou suspenso para o exercício de cargo em instituições financeiras e demais entidades autorizadas a funcionar pela CVM, Banco Central,  SUSEP ou PREVIC;
  • Não ter sofrido nos últimos 5 anos, punição em decorrência de atividade sujeita a controle e fiscalização da CVM, Banco Central, SUSEP ou PREVIC.

The post O que é investimento via sindicato? first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/o-que-e-investimento-via-sindicato/feed/ 0
Essa cleantech vai recuperar metais preciosos a partir de resíduos industriais https://content.captable.com.br/essa-cleantech-vai-recuperar-metais-preciosos-a-partir-de-residuos-industriais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=essa-cleantech-vai-recuperar-metais-preciosos-a-partir-de-residuos-industriais https://content.captable.com.br/essa-cleantech-vai-recuperar-metais-preciosos-a-partir-de-residuos-industriais/#respond Tue, 09 Apr 2024 13:07:10 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2863 Grandes corporações transnacionais se uniram à RECICLI, uma cleantech brasileira, para desenvolver um projeto de Hub Integrado de Reciclagem no Brasil. A usina está em fase de planejamento e vai reciclar resíduos eletrônicos, como as milhares de baterias do crescente mercado de carros elétricos, assim como os painéis de usinas solares, que chegarão ao fim […]

The post Essa cleantech vai recuperar metais preciosos a partir de resíduos industriais first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
Grandes corporações transnacionais se uniram à RECICLI, uma cleantech brasileira, para desenvolver um projeto de Hub Integrado de Reciclagem no Brasil. A usina está em fase de planejamento e vai reciclar resíduos eletrônicos, como as milhares de baterias do crescente mercado de carros elétricos, assim como os painéis de usinas solares, que chegarão ao fim de sua vida útil.

Para as baterias de carros elétricos, a RECICLI aperfeiçoou sua tecnologia de reciclagem de resíduos de eletrônicos. Além disso, prevê o reparo e a sua reutilização no armazenamento de eletricidade em usinas de energia renovável.

E, quando a vida útil das baterias chegar ao fim, a tecnologia vai extrair os metais valiosos que as compõem, para sua venda como insumos, no início de diferentes cadeias industriais.

recicli-cleantech-deeptech
A RECICLI apresenta sua solução de recuperação de metais preciosos a partir de resíduos industriais com patentes próprias, disruptivas mundialmente, validadas por grandes clientes do setor – e sem concorrência direta na América Latina.

A RECICLI hoje

Hoje, a startup apresenta como inovação a sua tecnologia de reciclagem de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos (REEE). Esses resíduos contêm metais preciosos (ouro, prata, platina, cobre e paládio), e outros (chumbo e cádmio) e, parte destes, são também metais pesados que, caso descartados de forma inadequada e contaminem o meio ambiente, podem ser ingeridos, causando danos à nossa saúde e a ecossistemas.

Atualmente, a startup opera fazendo a industrialização reversa desses resíduos, como pré-processamento, e exportando para a Europa os circuitos e placas de memória Ao mesmo tempo, corporações transnacionais estão financiando o desenvolvimento da tecnologia inovadora de processamento (reciclagem) de REEE, já patenteada pela RECICLI.

Como resultado, altos índices de rentabilidade refletem um modelo de negócio que tem como matéria-prima resíduos, e que na outra ponta vende metais preciosos, de alto valor de mercado, gerando uma receita bruta superior a 23 mil dólares por tonelada de REEE processado.

cleantech-recicli-stellantis-premio
A Recicli já recebeu diversas premiações, incluindo Stellantis Venture Awards, Braskem Labs, 100 Open Startups e Open Mind Academy.

Operação em sintonia

A RECICLI conta com uma plataforma de logística reversa, a REEETurn. O software, a ser embarcado de fábrica em equipamentos eletrônicos de indústrias parceiras, vai assegurar o seu correto descarte, direcionando-os para a operação de reciclagem da RECICLI. A plataforma é uma startup controlada pela RECICLI, que gera receita adicional embutindo no preço dos equipamentos eletrônicos uma taxa de reciclagem.

Em resumo, a REEETurn é uma plataforma que fortalece a logística reversa de REEE, conectando geradores de resíduos à RECICLI e viabilizando a sua logística de descarte. 

Assim, as indústrias fazem a sua parte ao contribuir para a estruturação da cadeia de reciclagem, e os proprietários dos equipamentos eletrônicos (pessoas físicas ou jurídicas) passam a ser responsáveis pelo seu descarte adequado, conforme preconizado na Política Nacional de Resíduos Sólidos e no Acordo Setorial de Eletrônicos.

Por que a cleantech importa?

O faturamento do grupo RECICLI cresceu 110% em 2022 e 320% em 2023, alcançando R$ 1,3 milhão de faturamento no ano passado. E o potencial de mercado para o crescimento da RECICLI é gigantesco, com projeções de faturamento de mais de R$ 18 milhões em cinco anos.

A startup já recebeu diversas premiações, incluindo Stellantis Venture Awards, Braskem Labs, 100 Open Startups e Open Mind Academy, para citar alguns exemplos. A RECICLI apresenta sua solução de recuperação de metais preciosos a partir de resíduos industriais com patentes próprias, disruptivas mundialmente, já testadas e validadas experimentalmente com grandes clientes do setor – e sem concorrência direta na América Latina.

E agora a startup está em busca de uma rodada de investimento através da Captable. Acesse a página e confira todos os detalhes.

The post Essa cleantech vai recuperar metais preciosos a partir de resíduos industriais first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/essa-cleantech-vai-recuperar-metais-preciosos-a-partir-de-residuos-industriais/feed/ 0
Do campo à mesa: a startup que traz transparência ao agro https://content.captable.com.br/ecotrace-transparencia-agtech-agro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ecotrace-transparencia-agtech-agro https://content.captable.com.br/ecotrace-transparencia-agtech-agro/#respond Tue, 19 Mar 2024 17:04:14 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2851 Sustentabilidade e agronegócio podem andar juntos. A Ecotrace possibilita que problemas reais do agronegócio, como o manejo indevido de determinadas áreas de terra, o desmatamento ilegal, o trabalho análogo à escravidão, entre outros, sejam combatidos.  A agtech dá voz à responsabilidade social e ambiental no setor, sendo decisiva para o desenvolvimento de um agronegócio mais […]

The post Do campo à mesa: a startup que traz transparência ao agro first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
Sustentabilidade e agronegócio podem andar juntos. A Ecotrace possibilita que problemas reais do agronegócio, como o manejo indevido de determinadas áreas de terra, o desmatamento ilegal, o trabalho análogo à escravidão, entre outros, sejam combatidos. 

A agtech dá voz à responsabilidade social e ambiental no setor, sendo decisiva para o desenvolvimento de um agronegócio mais responsável e sustentável.

Foi combinando blockchain, rastreamento e agronegócio que a Ecotrace desenvolveu sua solução e conquistou clientes gigantes, como JBS, Minerva Foods, Seara e Renner. 

A agtech oferece soluções de rastreabilidade de commodities – carne, frango, couro e algodão. Ao mesmo tempo, atende aos padrões ESG e impulsiona o desenvolvimento do agro no país sem abrir mão da sustentabilidade, ética e transparência. 

A agtech ficou em 2º lugar no ranking de agritechs do 100 Open Startups em 2023 e faturou R$ 7 milhões em 2023, um crescimento de 3,5x sobre 2021.

A Ecotrace

A Ecotrace é uma solução centralizada para a gestão de dados de rastreabilidade de commodities – atualmente, frango, carne e algodão.

Com o uso do serviço da startup, o acesso a todas as informações relevantes do produto ficam disponíveis em tempo real. Ou seja, isso permite que órgãos governamentais e consumidores finais consultem os dados de rastreamento de um produto de forma eficiente e confiável.

Por meio desses dados, garantidos pela tecnologia blockchain, é possível ter certeza de que as informações são verdadeiras e ter contratos inteligentes, que codificam as regras comerciais acordadas em termos bilaterais entre países, garantindo o cumprimento de todas as condições estabelecidas.

Inicialmente focada na carne bovina, a empresa rapidamente expandiu suas operações para o setor de aves e para a indústria têxtil, demonstrando a capacidade técnica da Ecotrace em aplicar suas soluções de rastreabilidade a uma variedade de produtos agrícolas, assegurando uma trajetória desde a origem até a mesa do consumidor.

Um grande mercado

No Brasil, o mercado da rastreabilidade é novo, pulverizado e crescente. Os dados do Markets & Markets de 2019 indicam que a rastreabilidade movimenta perto de R$ 7 bilhões ao ano. Nenhum player do setor detém mais que 1% do mercado. Ou seja, há um enorme potencial pela frente e espaço para conquistar a liderança do mercado.

Além da questão numérica, a prática vem sendo apontada como uma das grandes tendências para mitigar os problemas socioambientais nas cadeias de commodities – empresas vêm assumindo compromissos públicos para garantir a rastreabilidade dos insumos, a solução da Ecotrace, por ser confiável e auditável, garante essas informações. 

Outros mercados potenciais são o mercado halal (certificação religiosa) e o mercado kosher (certificação religiosa), por exemplo. Entre 2021 e 2023, a receita recorrente da Ecotrace aumentou 27 vezes e entre 2019 e 2023 o faturamento cresceu 11 vezes. A agtech faturou R$ 7 milhões em 2023, um crescimento de 3,5x sobre 2021. 

Domínio nacional e internacional

Uma das características de startups escaláveis é a capacidade de conquistar grandes clientes – em qualquer lugar do mundo. A Ecotrace já conquistou gigantes aqui no Brasil, incluindo JBS, Minerva Foods, Frigol, Durlicouros, SulBeef, Seara, Swift e Lojas Renner.

Mas ela não parou por aí, afinal suas soluções resolvem problemas que não estão restritos a uma região ou país. Paraguai, Argentina, Brasil e EUA já utilizam a solução. Fora esses, até 130 países têm produtos exportados com o QR code de rastreamento da agtech!

O próximo passo é conquistar países muçulmanos com sua subsidiária focada no mercado Halal – a projeção é atender 80% das exportações bovinas e 50% das exportações de aves com essa certificação.

Por que importa?

Segundo o CEO, Flavio Redi, 40% da carne exportada pelo Brasil são rastreadas pela Ecotrace. Além da pecuária, a Ecotrace atua nos setores de couros, junto à Durli, e têxtil, com o rastreio de algodão para a Renner.

Agora você tem a chance de investir nesse sucesso através da Captable. Com baixo investimento inicial, você se torna acionista desse grande negócio. Acesse o link e veja todos os detalhes.

Não invista antes de entender as informações essenciais da oferta.

The post Do campo à mesa: a startup que traz transparência ao agro first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/ecotrace-transparencia-agtech-agro/feed/ 0
Como essa healthtech faturou R$ 5,7 milhões vacinando empresas? https://content.captable.com.br/healthtech-vacinando-empresas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=healthtech-vacinando-empresas https://content.captable.com.br/healthtech-vacinando-empresas/#respond Thu, 08 Feb 2024 14:45:20 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2829 Uma healthtech faturou R$ 5,74 milhões com vacinação empresarial em 2023. Sabe por que? Vacinar equipes inteiras de uma empresa, espalhadas, muitas vezes, em diversas cidades do país, pode ser uma tremenda dor de cabeça para o RH. Por isso, empresas como McDonald’s, PicPay e Boticário, escolheram uma startup para resolver o problema. A Vacinas.net faz a ponte entre 450 clínicas […]

The post Como essa healthtech faturou R$ 5,7 milhões vacinando empresas? first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
Uma healthtech faturou R$ 5,74 milhões com vacinação empresarial em 2023. Sabe por que? Vacinar equipes inteiras de uma empresa, espalhadas, muitas vezes, em diversas cidades do país, pode ser uma tremenda dor de cabeça para o RH. Por isso, empresas como McDonald’s, PicPay e Boticário, escolheram uma startup para resolver o problema.

Vacinas.net faz a ponte entre 450 clínicas espalhadas pelo Brasil e empresas que desejam oferecer vacinação aos seus colaboradores. 

E esse não é um mercado pequeno: em busca de proteger seus recursos humanos e diminuir as faltas por doenças preveníveis, as 470 mil empresas brasileiras com mais de 100 colaboradores representam um potencial de 50 milhões de pessoas que podem se beneficiar desse tipo de facilidade através do empregador.

Se apenas 15% dessas pessoas se tornarem beneficiadas por programas de vacinação empresarial, o mercado de saúde privada crescerá em R$ 5 bilhões.

A Vacinas.net

Vacinas.net é a solução do problema da vacinação corporativa, conectando empresas que precisam vacinar colaboradores em todo Brasil à maior e mais capilarizada rede de clínicas de vacinação do país.

Com a plataforma, as empresas contratam, de forma unificada, múltiplas clínicas e acompanham a vacinação dos funcionários em tempo real. Ao mesmo tempo, as clínicas parceiras acessam clientes que não poderiam atender individualmente e os pacientes resgatam suas vacinas em um sistema simples, com suporte especializado e liberdade de agendamento. 

Com clínicas homologadas em todas as principais cidades do país, mais de 450 unidades e em contínua expansão, a startup faturou R$ 5,74 milhões em 2023 e garantiu um contrato com a Natura com projeção de faturamento de R$ 14 milhões em 2024.

Diferenciais

Com tecnologia e CRM próprios, a Vacinas.net oferece uma suíte completa de ferramentas de gestão e suporte às empresas que buscam vacinar seus funcionários. Oferecendo uma rede capilarizada, mas sem depender de clínicas próprias, a healthtech chega em mais lugares sem depender de alto investimento em estruturas físicas, pessoas e autorização de funcionamento.

Como ponte entre clínicas e pessoas, contratada por empresas, entrega pacientes novos às clínicas e comodidade às pessoas que trabalham nas empresas que contratam o serviço, beneficiando todas as pontas da operação.

A startup atua em um nicho próprio – um oceano azul –, não ocupado pelos principais players do mercado de saúde B2C/B2B, oferecendo vantagens competitivas que colocam a Vacinas.net na dianteira desse mercado.
 

Investidores

É por conta desses diferenciais e do poder de atrair grandes empresas como clientes que a Vacinas.net já foi investida por gigantes: 

  • os grupos de investidores-anjo Anjos do Brasil e Criabiz; 
  • e o fundo Domo Invest, um dos fundos líderes em Venture Capital no Brasil. Com participação de empreendedores de sucesso, como um dos fundadores do Buscapé; o grupo também investiu no princípio dos sucessos Loggi, Gympass e Hotmart.

Agora, a startup está em busca de uma nova rodada de investimento para expandir a operação e oferecer novos serviços. É possível investir através da Captable, começando com R$ 1000 e fazer parte dessa história de sucesso.

Por que importa?

Vacinas.net atua em um mercado pouco explorado no Brasil e com alta demanda, em pouco tempo, conquistou grandes clientes, como Universal Records, Unimed, Nivea e Bayer. 

Com o bom serviço prestado aos colaboradores da empresa, a Vacinas.net também vende para consumidores finais diretamente (B2C). Esses, são conquistados organicamente – especialmente familiares, amigos e conhecidos de colaboradores ou  ex-colaboradores – e representa cerca de 10% do faturamento da empresa.

Uma nova regulação que permite a entrada da Vacinas.net em outras verticais do mercado de saúde, como os testes, exames e pronto atendimento, aumenta o mercado endereçável da startup e será um vetor de crescimento explorado nos próximos meses.
Para 2024, a healthtech prevê crescimento de aproximadamente 348%, alcançando cerca de R$ 21 milhões em receita bruta. 

Conheça tudo sobre a startup na página da oferta na Captable e se junte a esse sucesso que está construindo o futuro da saúde corporativa no Brasil.

Não invista antes de entender as informações essenciais da oferta.

The post Como essa healthtech faturou R$ 5,7 milhões vacinando empresas? first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/healthtech-vacinando-empresas/feed/ 0
Lovin’ Wine: do virtual para o físico, marca ganha escala https://content.captable.com.br/lovin-wine-do-virtual-para-o-fisico/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=lovin-wine-do-virtual-para-o-fisico https://content.captable.com.br/lovin-wine-do-virtual-para-o-fisico/#respond Thu, 23 Nov 2023 18:28:40 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2775 A Lovin’ Wine oferece vinhos premium em lata e de excelente qualidade, que podem ser desfrutados como e onde o cliente quiser. Com um novo foco, vendendo para grandes varejistas e distribuidores, a Lovin’ conquistou parcerias e contratos relevantes, como com o Grupo Pão de Açúcar e distribuidores homologados pela Campari.  As novas iniciativas concentram-se […]

The post Lovin’ Wine: do virtual para o físico, marca ganha escala first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
A Lovin’ Wine oferece vinhos premium em lata e de excelente qualidade, que podem ser desfrutados como e onde o cliente quiser. Com um novo foco, vendendo para grandes varejistas e distribuidores, a Lovin’ conquistou parcerias e contratos relevantes, como com o Grupo Pão de Açúcar e distribuidores homologados pela Campari. 

As novas iniciativas concentram-se em verticais com maior margem operacional. Como resultado, a Lovin’ atingiu o break-even no segundo e terceiro trimestres, sendo um negócio lucrativo.

Além do GPA e distribuidores da Campari, já estão presentes em grandes marketplaces e localizações premium, como: Amazon, St. Marche, Mambo, Natural da Terra, Hortifruti, Café Cultura e Hard Rock Café (em Gramado, terceira casa que mais vende no mundo).

Crescimento com lucro

A Lovin’ nasceu como uma DNVB, especialmente por ter começado durante a pandemia, e hoje já se expandiu para além das próprias prateleiras virtuais: chegou em grandes marketplaces online e partiu para lojas físicas premium, onde expõe seu portfólio agora composto de 8 opções.

Em abril de 2021 eram apenas duas opções, Rosé Wine with bubbles e White Wine with bubbles, ambos vinhos frisantes suaves. Depois, chegaram as opções Rosé Wine Dry e White Wine Dry – opções de vinho seco. Posteriormente, chegaram os aguardados Red Wine e o Brut White Wine. Por fim, chegaram o Brut Rosé e Brut Espumante em parceria com a Campari para fazer o Aperol Spritz perfeito.

Um catalisador do crescimento nas redes físicas foi o lançamento do pack da Lovin’ Wine com Aperol, no início de 2023. O Aperol é um produto da Campari, a parceria nasceu para facilitar o preparo do famoso drink Aperol Spritz e abriu diversas portas para grandes distribuidores homologados pela multinacional no Brasil.

Outro grande acelerador do crescimento foi a entrada no grupo Pão de Açúcar, com cerca de 500 lojas em todo o Brasil, realizando ativações de marketing, degustações e apresentações do produto para novos clientes.

Com tudo isso, o foco, que era o e-commerce da marca – que continua ativo e renovado –, passou a ser os canais offline de varejo e distribuição. Em busca da rentabilidade, alcançada no segundo trimestre de 2023, os novos canais se provaram mais lucrativos e indicam um novo caminho para o futuro da marca.

Uma chance de fazer parte

A Lovin’ conta com nomes relevantes como executivos/sócios: Lucas Aguiar, CEO, ex-Ambev; Keila Barbosa, COO, ex-Safe Park; Além destes, há um board superqualificado que também guia os rumos da marca, com empreendedores como Eduardo Glitz (ex-XP, StartSe, Yuool, Warren), Andre Piccoli (CEO da Safepark), João Paulo Sattamini e Guilherme Mendes (ex-Heineken).

Depois desse histórico de crescimento, do foco renovado e de atingir o break-even, a Lovin’ Wine agora busca uma nova rodada de captação pública, realizando seu follow-on na Captable. É possível investir a partir de R$1.000 e se juntar a esse time de sucesso!

O investimento servirá para apoiar o crescimento do negócio, que com a entrada em varejistas depende de maior estoque, capital de giro e investimento na área comercial para conquistar novos contratos relevantes.

Por que importa?

Com o desafio de distribuição superado, a nova demanda pelas latas da Lovin’ exige mais investimento em produto, estoque, trade marketing, personalização de PDVs e ativações nas lojas físicas. Todos esses investimentos já foram validados e estão prontos para receberem a injeção de recursos da rodada e levar a Lovin’ Wine para um novo patamar.

A empresa também está em processo de conversão em S.A. e, por isso, a rodada ocorre com emissão direta em ações. Acesse a página da rodada da Lovin’ Wine na Captable e confira todas as informações.

The post Lovin’ Wine: do virtual para o físico, marca ganha escala first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/lovin-wine-do-virtual-para-o-fisico/feed/ 0
Como Investir em Startups (Guia Completo 2024) https://content.captable.com.br/como-investir-em-startups-guia-completo-2024/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-investir-em-startups-guia-completo-2024 https://content.captable.com.br/como-investir-em-startups-guia-completo-2024/#respond Wed, 08 Nov 2023 17:26:28 +0000 https://content.captable.com.br/?p=2627 Nesse guia completo de investimento em startups em 2024 você encontra os principais conceitos e dúvidas de quem está entrando nesse mundo. Abaixo você confere temas como: o que é uma startup, exemplos de startups, os tipos de startups, como funciona o investimento em startups, por que investir em uma startup e mais. O que é uma […]

The post Como Investir em Startups (Guia Completo 2024) first appeared on Conteúdo Captable.

]]>

Nesse guia completo de investimento em startups em 2024 você encontra os principais conceitos e dúvidas de quem está entrando nesse mundo. Abaixo você confere temas como: o que é uma startup, exemplos de startups, os tipos de startups, como funciona o investimento em startups, por que investir em uma startup e mais.

O que é uma startup?

Uma startup é uma empresa que geralmente está em fase inicial e que utiliza a tecnologia de forma intensiva em todos os processos possíveis e, por isso, consegue aumentar exponencialmente o número de clientes e a sua receita sem aumentar da mesma forma os recursos necessários para prestar o seu serviço, tais como equipe e custos de forma geral. 

Isso torna o seu modelo escalável e, caso tudo corra bem, em poucos anos o faturamento (e, como consequência, o valor da empresa) poderá ser multiplicado algumas vezes. Vale lembrar, startups começam, geralmente, com pouquíssimo dinheiro e muito risco. Para chegar ao sucesso, tropeçam, erram, se adaptam e, com sorte – e investimento –, chegam ao lucro.

Em resumo, uma startup é um coletivo de pessoas em busca de um modelo de negócios escalável e repetível – com uma grande pitada de incerteza.

E é justamente por conta dessa incerteza – seja por conta de ainda não haver encontrado o modelo de negócio, ou porque os custos para manter a operação ainda são maiores que a receita – que o investimento em startups é essencial para que esses negócios tenham chance de prosperar e mudar a vida da sociedade.

Startups são empresas ainda no início de sua jornada de crescimento e, portanto, um dos investimentos com maior possibilidade de valorização. Ao investir em uma startup você está entrando em um ponto muito inicial do negócio, que pode crescer exponencialmente e trazer grandes retornos.

Ao mesmo tempo, investir em um negócio em estágio inicial também significa um grande risco. É por isso que os maiores investidores de startup do mundo recomendam distribuir o investimento em diversas startups, assim o risco é diluído.

Quais exemplos de startups?

São exemplos de startups muito conhecidas hoje em dia – e que é provável que você use ou já tenha usado alguma vez na sua vida, empresas como Google, Uber, Facebook, Airbnb, 99, Nubank, entre outras.

Quais são as características de uma startup?

A característica mais marcante de uma startup é que são negócios altamente replicáveis, fáceis de crescer. Ou seja, ter um ou mil clientes tem praticamente o mesmo custo – é um negócio escalável. Através de plataformas online, apps e inteligência artificial, as startups conseguiram tornar seus modelos de negócio altamente escaláveis.

Por exemplo, o AirBnb, através de uma plataforma online de aluguéis, conseguiu ser asset-light, não precisando ter imóveis para alugar – fazendo simplesmente a intermediação entre locador e locatário.

O Uber, através de um app, construiu um serviço de mobilidade urbana que possibilita que a empresa não precise ser dona de uma frota de carros, mas terceirizar essa responsabilidade aos motoristas, que ganham uma parcela do valor de cada corrida com seus próprios veículos. 

O Nubank construiu um sistema de atendimento via chat que requer menos recursos humanos que inúmeras agências físicas espalhadas pelo país, seu app resolve boa parte daquilo que necessitava uma ida à agência. Além de ser asset-light por não precisar ter milhares de agências físicas que geram custos que aumentam progressivamente ao crescimento.

Empresas que oferecem marketplaces, como Amazon e Mercado Livre, também são altamente escaláveis. Elas não precisam necessariamente possuir estoque dos produtos, apenas oferecer uma plataforma online para mediar as vendas, deixando a responsabilidade de gerir estoques para os vendedores. Com isso, ambas se tornaram gigantes ao conseguir escalar seus negócios sem investir na mesma proporção.

Há alguns segmentos que são naturalmente escaláveis como o de Software as a Service (SaaS): oferecer um software como serviço não implica em aumentar seus custos, dessa forma, aumentar sua base de clientes aumenta sua receita recorrente, mas o custo para desenvolver o software para os clientes futuros é zero. Claro, é necessário continuar investindo para oferecer novas funcionalidades, mas, em teoria, os custos de desenvolvimento para oferecer seu software para 1 empresa ou 100 empresas, deve ser o mesmo.

É importante destacar que a tecnologia tem papel fundamental nos negócios escaláveis. É ela que é responsável por reduzir custos e possibilitar crescimento sustentável dos negócios, sem necessitar investimentos que crescem ao mesmo ritmo que a base de usuários. 

Quais são os tipos de startups?

Os tipos de startups são categorizações amplas que descrevem diferentes objetivos, estruturas e caminhos que startups podem seguir. São seis tipos de startups principais: scalable startups, small business startups, buyable startups, large company startups, lifestyle startups e social startups.

Confira o que define cada tipo:

Scalable startups

Uma scalable startup é uma startup altamente escalável, estruturada desde seu princípio para receber investimento externo, expandir rapidamente e atingir níveis de execução elevados.

Por padrão, as scalable startups precisam de capital de risco para se manter no princípio de suas jornadas, levando anos, até mesmo décadas, para se tornarem autossuficientes. 

Também conhecidas como scale-ups, as scalable startups são o exemplo mais conhecido de startup, entram nessa categoria negócios como Uber e Nubank que levaram anos para se tornarem lucrativos, dependendo de dezenas de rodadas de investimento para continuar operando e crescendo até atingir o ponto de equilíbrio.

Small business startups

As small business startups referem-se a uma categoria muitas vezes nem considerada como startup por alguns especialistas. São negócios que miram um público consumidor restrito, com pouca chance de crescimento.

A small business startup é um pequeno negócio, sem objetivo de expansão, atendendo apenas uma demanda local. São negócios que podem dominar um mercado em uma determinada região e, com sorte, chamar a atenção de um grande player que queira se estabelecer ali e serem adquiridos.

Buyable startups

Buyable startups já são criadas preparadas para serem vendidas. Cria-se um produto ou serviço robusto e atraente, escala o produto até chamar a atenção de um fundo de private equity ou de uma empresa gigante do setor.

As buyable startups são vendidas a empresas maiores ou startups em estágio mais avançado do mesmo nicho. São essas buyable startups que muitas vezes são o objetivo do investidor – seja ele de venture capital ou de outro tipo de veículo (plataformas de investimento, investidores-anjo, aceleradoras, ou outros).

As buyable startups costumam dar retorno rápido – com a venda, ocorre o exit em um prazo curto, muitas vezes chamado de early-exit, e gera retorno considerável em curto espaço de tempo aos investidores.

Large company startups

As large company startups se tornam gigantes, bem-estabelecidas no mercado, seguindo sempre em busca de inovação para manter a relevância frente aos concorrentes.

Além de entregarem produtos já consolidados, constantemente estão testando e escalando soluções acessórias para continuar inovando em seu segmento.

Lifestyle startups

As lifestyle startups são os negócios desenvolvidos por empreendedores que tornam uma parte do seu estilo de vida em negócio. A lifestyle startup é geralmente uma paixão do fundador que decide tornar o hobby em negócio. 

Social startups

A social startup é um negócio cujo objetivo central é gerar impacto social em sua região de atuação. 

A social startup pode ser uma ONG, mas também se refere à categoria de startups que gera lucro através da transformação social das comunidades onde atua – ainda assim, o foco principal não é o lucro.

O que preciso saber sobre investimento em startup?

O investimento em startups, adequadamente chamado de “capital de risco” ou, em inglês, “venture capital”, é o que permite que empreendedores persistam na busca pelo modelo de negócios adequado enquanto ainda não existe receita.

Depois do modelo de negócio encontrado e validado, a receita deve começar a crescer. Ainda assim, em um cenário de muita competitividade – com outras startups ou empresas – outras rodadas de investimento provavelmente serão necessárias até que a empresa seja completamente sustentável.

Na lógica do venture capital, inclusive, esses investimentos continuam ocorrendo na busca de conquistar mais mercado e crescer mais rápido.

O ciclo de investimentos das startups começa por um aporte inicial, realizado por investidores anjo. Depois, podem passar por uma aceleradora. Em seguida, fazem uma rodada pre-seed ou seed – via crowdfunding ou com fundos early-stage.

O próximo passo é a Série A, mas antes, algumas ainda precisam de uma nova rodada (seed ou bridge) para chegar até o tamanho necessário para conquistar uma Série A. Daí para frente, séries B, C, D, E – e assim por diante –, os fundos de venture capital entram na jogada, especialmente aqueles focados em late stage.

É como se fosse uma corrida de revezamento, onde o investidor anterior potencializa o negócio para eliminar alguns riscos e validar mais hipóteses, passando para o próximo player investir – geralmente, por um valor de mercado maior (valuation) e menos participação. É nesse revezamento que a startup vai crescendo e comprovando o seu valor – e dando muito dinheiro para quem investiu nela.

Importante lembrar: quem investe antes, compra mais participação no negócio e por um valor menor. Ou seja, se der certo, ganha mais.

Quais os tipos de investimentos que uma startup recebe?

Desenvolvimento e captação de recursos andam lado a lado no ecossistema de startups. Para cada rodada de captação, diferentes players analisam se o negócio possui a estrutura esperada para aquele estágio. Para passar para o próximo, a startup precisa utilizar o capital recebido na rodada anterior para atender aos requisitos do próximo estágio.

Conheça os principais estágios da trilha de fundraising:

Pré-Seed

O estágio mais inicial de uma startup. É nesse momento que ocorrem os primeiros testes e lançamento de MVPs (Produtos Mínimos Viáveis). Com investimentos menores, de R$ 100 mil a R$ 400 mil, esse estágio conta, principalmente, com investimentos protagonizados por investidores-anjo, aceleradoras e pessoas próximas aos fundadores (família e amigos).

Os investidores desse estágio costumam analisar o negócio com foco na construção de um produto e de um modelo de negócios economicamente viável. Por isso, as startups devem provar que o negócio consegue se manter e que há uma dor real sendo resolvida, além de comprovar a demanda pelo produto/serviço oferecido.

Seed

Seed é o estágio onde a startup começa a apresentar tração – investindo principalmente em marketing e no time de vendas, para iniciar uma trajetória de crescimento. Para captar investimentos nessa fase, a startup precisa ter os resultados e feedbacks dos primeiros testes (MVPs) e ter realizado as melhorias identificadas como necessárias neles.

Como os recursos buscados nesse estágio são para tracionar o negócio, é necessário que boa parte dos impeditivos da escalabilidade já tenham sido resolvidos. Os investimentos costumam variar de R$ 400 mil a R$ 2 milhões e são realizados principalmente por grupos de investidores-anjo, plataformas de investimento coletivo (como a CapTable), fundos seed e aceleradoras.

O que é analisado nesse estágio é principalmente o estudo sobre as projeções da startup. O investidor dessa fase analisa principalmente a capacidade de faturamento do negócio e o quanto esse valor pode crescer no futuro.

Séries A, B, C

Nesses estágios a startup requer um reconhecimento crescente no mercado (ou seja, na Série B os requisitos são maiores que na série A e assim sucessivamente). A necessidade de recurso é principalmente causada pela necessidade de aumentar a estrutura e se tornar um grande negócio, representativo no mercado em que está inserida.

Na Série A os investimentos ficam acima dos R$ 5-7 milhões e crescem consideravelmente nas rodadas seguintes, podendo atingir centenas de milhões de dólares. Os aportes são majoritariamente feitos por fundos de Venture Capital e de Private Equity.

Os principais pontos a se observar para investir nesses estágios são os argumentos da startup que apoiam a ideia de que o negócio pode crescer e alcançar maiores fatias do mercado.

A lógica do ecossistema de startups é que para avançar para a próxima rodada um risco existente na rodada anterior precisa ser eliminado. Ou seja, depois de captar a rodada Seed, a startup monta um produto funcional; após a série A, o negócio precisa ganhar estrutura considerável; após a série B, é necessário provar que o negócio consegue escalar.

As rodadas, que acompanham os estágios de crescimento, são como janelas de oportunidade, quando é possível comprar participação no negócio. Diferente das empresas listadas em bolsa possuem um valuation – normalmente – crescente. Ou seja, quanto mais avançada for a rodada, mais cara será a compra da participação no negócio.

Quem pode investir em uma startup?

Qualquer um pode começar a investir em startups. Mas, como investimento de longo prazo, o investimento em startups faz sentido para pessoas que estão pensando em construir um patrimônio futuro e estar exposto a chances de multiplicar seu capital.

Em geral, esses investidores já são pessoas que possuem uma boa reserva de emergência, aplicações em renda fixa e investimentos em ações na Bolsa de Valores. Ao mesmo tempo, ficam frustrados ao ver notícias de sucessos das startups e não participar desse crescimento.

Como investir em startup?

Investidores profissionais geralmente buscam fundos de investimento para fazerem as escolhas por eles. Aportam um valor e os gestores distribuem nas startups que considerarem adequadas. 

Para isso, pagam uma taxa de administração anual e mais uma porcentagem do ganho com as startups no caso de alguma saída (quando o investidor recebe a valorização do seu investimento).

Esse é, geralmente, um tipo de investimento que exige alto investimento inicial e aportes recorrentes para continuar investindo em novas safras do fundo. A diversificação fica por conta dos gestores que, de acordo com a tese do fundo, aplicam o capital nos negócios que julgarem adequados.

Como investir em startup com pouco dinheiro?

Mas não precisa ser tão inacessível – o investimento em startups já é possível de forma direta, sem intermediários e sem taxas, 100% online. A Captable permite investir R$ 1.000, R$ 100 mil ou R$ 1 milhão – é para todos que desejam participar desse mercado. 

E você faz suas próprias escolhas: analisa a startup, define o tamanho do investimento e transfere o valor. Todo o processo de formalização do investimento é realizado de forma online e o acompanhamento do investimento acontece na própria plataforma.

Por que investir em uma startup?

A primeira coisa a entender para começar a investir em startups é que esse é um investimento que faz sentido dentro de uma estratégia diversificada de investimentos. É preciso limitar a exposição a esse tipo de investimento. O recomendado é reservar de 5% a 10% do capital disponível para investimentos para aportar nessa classe de ativos.

Como se trata de investimento de risco, mas com alto potencial de retorno, é importante não investir em uma só startup. Por exemplo, em um cenário onde você invista R$ 100 mil ao ano, é recomendado que você separe R$ 10 mil para investir em startups – com esse valor, você precisa escolher os negócios que se alinham à sua tese de investimento e acompanhar o desenvolvimento dos negócios.

Quais são os riscos de investir em uma startup?

Analisar uma startup para investir é uma maneira de reduzir, ou pelo menos prever, os riscos do negócio. Exige sensibilidade e a capacidade de projetar cenários futuros. Nessa análise, aspectos qualitativos e quantitativos são considerados – mas, dependendo do estágio, há um peso maior ainda na análise qualitativa.

Um dos pontos mais importantes da análise qualitativa é o time. Como no início a estrutura da startup é muito frágil, com poucos funcionários, alguns ainda sem dedicação exclusiva, o time que está tocando o negócio é muito importante. São os empreendedores fora da curva, que tocam o negócio em seu princípio, que são responsáveis por executar o planejamento e fazer a startup crescer. 

Time

Dentro do âmbito de time, é observada a capacidade de execução, expertise técnica, histórico dos empreendedores (track record), maturidade, postura e perfil das pessoas que compõem a equipe. 

Por exemplo, ao observar um perfil de sócios muito enviesados para o lado técnico é importante entender se há alguém com capacidade de gestão para assumir o cargo de CEO ou se é necessário buscá-lo fora da startup. 

Da mesma forma, se o perfil dos sócios for predominantemente administrativo é importante entender se há alguém com expertise técnica suficiente para suprir as necessidades de desenvolvimento na startup. Por isso, nem sempre o empreendedor que projetou o negócio é a melhor pessoa para liderar a startup durante a execução do plano de crescimento. 

Problema que a startup resolve

Outro ponto importante dessa análise é entender o tamanho do problema – ou dor, como é mais conhecido no mundo das startups – que o negócio se propõe a resolver. É preciso analisar se a dor realmente existe, se há alguém disposto a pagar pela solução (tamanho do mercado) e se a solução atende às necessidades dos clientes.

Outros pontos a se observar quanto à solução é se ela cria um lock-up (difícil desplugar) e se cria uma barreira de entrada significativa para concorrentes – para aprofundar é válido consultar um especialista de mercado.

Mercado

O terceiro ponto a se analisar é justamente o tamanho do mercado que esse problema representa. Dentro desse ponto são analisados o TAM (mercado total para o produto/serviço), o SAM (mercado acessível a médio/longo prazo) e o SOM (percentual do SAM que, de forma realista, é atingível pela startup no curto prazo).

Nesse ponto, também se observa o quanto os concorrentes – se existirem – representam de ameaça ao negócio e os diferenciais que a solução apresenta para conquistar mercado dos concorrentes.

Inovação

O quarto ponto é um fator ainda mais difícil de medir, a inovação. Startups com ativos únicos costumam ter maior barreira de entrada no mercado, mas oferecem retornos (exits) mais descolados do padrão do mercado. Além disso, é preciso entender o quão única é a solução para impedir que concorrentes criem um produto oferecendo o mesmo que a startup.

Modelo de negócio

O último ponto é entender se o modelo de negócio da startup é apropriado, se há escalabilidade, ou seja, se é possível que a startup cresça rapidamente o número de clientes sem aumentar os custos fixos na mesma proporção. Quanto ao modelo de negócio, alguns costumam se destacar: SaaS (Software as a Service), Marketplaces (iFood, MELI), HaaS (Hardware as a Service, IOTs) e IaaS (Infrastructure as a Service, AWS).

Cuidados importantes na análise de uma startup:

  • Unit economics: a relação da receita de um modelo de negócio específico e o custo de uma unidade (produto ou serviço). São indicadores como CAC e LTV, que medem o impacto financeiro que um único cliente gera para a empresa.
  • Cap table: composição do quadro societário, se não há muita participação distribuída, especialmente para não-executivos, se não há participação de familiares e se o fundador da startup não é único. Buscamos startups que possuam boa parte do seu capital social na mão dos fundadores e principais executivos, pois esse é o seu incentivo para fazer o negócio dar certo.
  • Questões regulatórias: há algum impeditivo para o modelo de negócio por conta de legislação? Pode haver no futuro?
  • Há modelo similar com sucesso em outros países?

Aspectos quantitativos

Agora que já mostramos os elementos qualitativos que compõem a análise de uma startup, vamos explorar alguns cuidados na hora de realizar uma análise quantitativa. A primeira coisa a se considerar quando for analisar o valuation proposto por uma startup é entender o estágio operacional da empresa. 

Como calcular valuation de startups?

Caso ela já tenha um produto com fit no mercado, provavelmente já terá comprovado alguma tração de crescimento e, consequentemente, suas projeções para um Fluxo de Caixa Descontado (FCD) serão mais confiáveis. Normalmente um FCD terá menos peso no cálculo do Valuation e considera um horizonte de 3 a 5 anos futuros.

Em empresas Early Stage o peso maior na sua análise de Valuation será relacionado ao quanto de tração a empresa conseguiu gerar em um histórico de 12 a 24 meses – e a que estágio de resultados essa tração a trouxe no momento atual.

Embora não exista uma receita padrão para montar um modelo de análise – já que varia de acordo com o modelo de negócio e do produto/serviço de cada startup –  O essencial é que o modelo tenha premissas muito claras de drivers de crescimento, de custos fixos e variáveis, de equipe e de planejamento de caixa.

Além de valuations superestimados não oferecerem perspectivas de retorno e atratividade para investidores, podem acabar prejudicando a startup no futuro. Valuations muito altos podem estabelecer patamares que podem prejudicar rodadas futuras, pois passam a afastar potenciais novos investidores que estariam interessados em compor uma nova rodada.

O que é diluição de startups?

Ainda, o planejamento de diluições é muito importante, e via de regra sempre é analisado e questionado por investidores junto a empreendedores. Os investidores sempre buscarão startups onde os empreendedores têm o famoso “skin in the game”, isto é, participação relevante da empresa que os manterá focados na operação e motivados a entregar resultados. 

Nesse sentido, o próprio planejamento de caixa é muito importante. Startups com queima de caixa muito alta e ainda sem geração de resultado acendem o sinal amarelo, pois potencialmente irão exigir muitas rodadas para injeção de novo caixa e, consequentemente, novas diluições nessas novas rodadas.

Unit economics

Antes mesmo do exercício final de Valuation, é feito um estudo da proposta de valor e modelo de negócio da empresa. Após essa análise, é possível entender quais são as principais métricas do negócio e seus Unit Economics para mapear os sinais vitais da startup.

Além disso, os fatores qualitativos mencionados anteriormente também são levados em conta na análise e, durante as conversas, podem trazer mais segurança e causam efeito (positivo ou negativo) durante a negociação do valuation. Informações como histórico dos empreendedores, composição do cap table, barreiras de entrada e aspectos tecnológicos são pontos que podem voltar a ser abordados nas fases finais de negociação.

Qual a maior startup do Brasil?

A maior startup do Brasil é o Nubank. Isso se for considerada startup aquela empresa que já abriu capital em uma bolsa de valores. Considerando apenas as companhias de capital fechado, o Quinto Andar é a maior startup do Brasil. Confira a lista completa das 10 maiores startups do Brasil:

  • Nubank
  • Quinto Andar
  • C6 Bank
  • Creditas
  • Nuvemshop
  • Wildlife Studios
  • Cloudwalk
  • Mercado Bitcoin
  • Loggi
  • Stone

 

Nem só de unicórnios vive o investidor

Nem toda fintech é um Nubank e nem toda startup é um unicórnio. Por isso, valorizações exponenciais no investimento em startups são casos isolados, a rentabilidade está diretamente associada com a construção de um portfólio variado – com diferentes níveis de sucesso (e erros).

A rentabilidade de um grande fundo de Venture Capital não é definida somente por apostas certeiras, os investidores de grandes sucessos como Airbnb, Nubank e 99 não escolheram apenas uma startup para investir. 

Para um investimento com retorno extremo, muitos outros com pouca ou nenhuma rentabilidade foram feitos. Por isso, o rendimento dos investimentos em startups deve sempre ser analisado sob a perspectiva do portfólio de um determinado investidor ou fundo.

A média histórica de retorno do Venture Capital é de 25% ao ano, segundo o National Bureau of Economic Research. Para o Harvard Business Review, essa rentabilidade flutua entre 25% e 35% ao ano.

Melhores startups para investir?

Para ter pelo menos um retorno exponencial é preciso montar um portfólio, onde você tenha mais chances de identificar uma startup que dará muito certo. Apenas 10% a 20% das investidas no seu portfólio precisam ser realmente exponenciais para que se atinja a taxa média de retorno de 25% a 30% ao ano. Muitos fundos ganham a sua reputação após um ou dois investimentos do tipo.

Lenny Rachitsky, um investidor-anjo americano com um portfólio de mais de 140 startups investidas, relatou que apenas um terço dos seus melhores retornos vieram de startups que haviam sido consideradas ótimas no momento de decisão. Ou seja, se Lenny tivesse investido apenas nessas startups, teria perdido dois terços dos seus maiores sucessos.

Segundo Rachitsky, investir em startups é muito mais sobre não perder as oportunidades de grandes valorizações do que evitar startups que não darão certo. Ainda, segundo Abe Othman da AngelList, nos estágios mais iniciais, os investidores aumentam suas chances de retornos maiores se diversificarem em todas as oportunidades confiáveis. 

 Na Captable, já ocorreram 3 exits e 6 follow-ons – A média de retorno das startups do nosso portfólio que foram adquiridas foi de 132%. Para as que realizaram follow-ons, a média de valorização foi de 190%. A média de valorização anual para as startups adquiridas ficou em 92,7%.

Para ter a chance de encontrar as startups que darão muito certo você precisa, portanto, montar o seu portfólio. Confira as opções disponíveis e comece hoje mesmo a construir seus retornos do futuro.

Por que começar a investir em startups?

Depois de um período de hipervalorização em 2021, as startups estão passando por um momento de correção: com valor de mercado (valuations) mais compatíveis com a realidade e mais boas oportunidades.

O foco renovado no early-stage, os estágios mais iniciais, acessíveis em plataformas como a Captable, também significa que até mesmo os investidores profissionais estão vendo valor no início da jornada das startups.

Segundo Marcelo Claure, ex-braço direito de Masayoshi Son, fundador do Softbank, e responsável pela chegada do banco no mercado brasileiro, o cenário é uma oportunidade de investir em negócios que são realmente disruptivos – a dificuldade na estruturação das rodadas também facilita para que o investidor entenda quais negócios realmente têm potencial – e com valores inferiores aos do passado.

Claure destaca que as empresas que tiverem produtos/serviços disruptivos aliados a operações bem ajustadas – que possibilitem o crescimento sem depender de novas rodadas de investimento, que serão mais escassas ou subavaliarão agressivamente o negócio – serão as grandes vencedoras nesse novo cenário.

Outros grandes investidores, como Jorge Paulo Lemann e André Maciel, apontam que esse é o momento certo para investir, já que os valores de mercado das startups reduziram e os empreendedores estão inclinados a aceitar ofertas mais baixas. Ou seja, o momento é de valuations menores e de boas oportunidades de comprar participação com valores mais atraentes.

Qual a melhor plataforma para investir em startup?

Em apenas 4 anos, a Captable tomou a dianteira do mercado e transformou a forma como se faz negócios em plataformas de investimento em startups. 

São mais de 7,5 mil investidores que acessaram um mercado antes restrito. São pessoas que investiram R$ 1000, R$ 100.000 ou R$ 1.000.000. É para todos.

A Captable é a ponte que faz tudo isso ser possível – que conecta investidores a um celeiro de oportunidades. Foram essas oportunidades, aliadas ao nosso esforço em desbravar um mercado nascente, que atraíram 1.300 investidores qualificados para as rodadas.

Grandes executivos já investiram em nossas rodadas, de empresas como: Petrobrás, Vale, General Motors, Google, Nubank, iFood, Itaú, Unilever, AWS, QuintoAndar, Brazil Journal, PicPay, Loft, Globo, Bradesco, Apple, Microsoft, entre outras.

Da prestação de contas ao pós-conversão, passando pelos exits, construímos uma rede de valor para investidores e startups, onde o investimento é apenas o começo.

A Captable também foi pioneira em permitir que investidores vendam sua participação quando quiserem. Lançamos o primeiro mercado subsequente de ofertas, e já ultrapassamos R$ 1 milhão transacionados no Captable Marketplace em 658 investimentos únicos que tiveram liquidez possibilitada pela plataforma de negociações subsequentes.

Onde procurar startups?

Hoje, já existem diversos tipos de investimentos para startups, desde aquelas que estão em fase inicial até as que já possuem faturamento, mas que necessitam de capital para potencializar as vendas e ganhar escala. 

Aqui vamos apresentar opções de investimento para cada estágio:

Como investir em startups via aceleradora?

As aceleradoras são a opção ideal para startups que estão em fase muito inicial, porque não só oferecem capital, como também acesso a uma rede de conteúdo e contatos, além de acompanhamento até a primeira escalada de vendas. Além disso, pela natureza dos investimentos das aceleradoras, aceita-se maiores riscos, assim o total do portfólio gira em torno de R$50 a R$100 mil, com os valores investidos por startup podendo variar. 

Como investir em startups através de investimento-anjo?

Esse tipo de investimento também é uma opção para startups em estágio bastante inicial. Os investidores anjos agregam valor com sua rede de relacionamentos e seus conhecimentos, além do capital, claro. Geralmente, as startups contam com 2 a 5 investidores, com o investimento podendo variar de R$50 a R$250 mil para um portfólio com total entre R$250 mil a R$2,5 milhões.

Como investir em startups em plataformas de investimento?

Crescente no país, esse tipo de investimento teve um aumento de 43% em 2020, de acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), chegando a R$ 84,4 milhões investidos. Esse total é 10 vezes superior ao captado em 2016, de R$ 8,3 milhões. 

Nesse ponto, as startups já validaram seus produtos no mercado, portanto o risco é médio. O retorno sobre o investimento nessa modalidade é menor que o das outras já citadas: a partir de dois anos, contra os 5-10 anos das aceleradoras e os 4 anos do anjo. 

Na Captable, o valor investido por startup é a partir de R$1000, podendo variar de plataforma para plataforma, com portfólio recomendado de 5% a 10% da carteira de investimentos.

Qual é o valor mínimo para investir em startups?

O valor mínimo para investir em startups varia por estágio e tipo de investimento: para plataformas, como a Captable, é possível começar com R$ 1.000. Nos investimentos-anjo e aceleradoras o valor por investidor varia de R$ 10 mil a R$ 50 mil por startup. 

Investimentos através de fundos de venture capital requerem aporte de pelo menos R$ 500 mil por investidor. O cheque que o fundo aplicará em cada startup começa em R$ 5 milhões e pode chegar a R$ 50 milhões, 100 milhões ou mais.

The post Como Investir em Startups (Guia Completo 2024) first appeared on Conteúdo Captable.

]]>
https://content.captable.com.br/como-investir-em-startups-guia-completo-2024/feed/ 0