ModalConnection https://modalconnection.com.br/ O canal de conteúdo dos eventos Intermodal South America e NT Expo Thu, 19 Mar 2026 21:24:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://d2yghbees9788u.cloudfront.net/intermodal/2025/09/cropped-favicon-orbita-1-32x32.png ModalConnection https://modalconnection.com.br/ 32 32 Os seguros de responsabilidade das transportadoras para ferrovias https://modalconnection.com.br/modais/ferrovirio/os-seguros-de-responsabilidade-das-transportadoras-para-ferrovias/ https://modalconnection.com.br/modais/ferrovirio/os-seguros-de-responsabilidade-das-transportadoras-para-ferrovias/#respond Fri, 20 Mar 2026 11:00:00 +0000 https://digital.intermodal.com.br/ntexpo/os-seguros-de-responsabilidade-das-transportadoras-para-ferrovias/ O seguro ferroviário é uma peça estratégica para proteger operações, cargas e relações em um setor que move o país sobre trilhos. Veja como eles funcionam.

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O debate sobre seguros de responsabilidade no transporte ferroviário começa pelos números. Em 2024, os seguros de carga movimentaram R$ 6,12 bilhões em prêmios no Brasil, enquanto as indenizações somaram R$ 3 bilhões, alta de 6,1% em relação a 2023, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Quando o olhar se volta aos trilhos, o risco ganha contornos próprios. Foram 660 acidentes ferroviários registrados em 2024, e 8.574 ocorrências acumuladas entre 2014 e 2024, conforme dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)

Parte relevante desses eventos acontece em áreas urbanas, com maior letalidade e forte interferência de terceiros, especialmente em passagens em nível. 

Não por acaso, a própria agência reguladora aponta que cerca de 75% dos acidentes decorrem da imprudência externa à operação ferroviária

Nesse cenário, entender os seguros de responsabilidade das transportadoras ferroviárias é compreender como o setor responde, financeiramente e juridicamente, a um risco que vai além dos trilhos.

Continue a leitura e saiba mais sobre o tema!

Entenda o que são seguros de responsabilidade

Seguros de responsabilidade são instrumentos que protegem o transportador contra prejuízos financeiros decorrentes de danos causados à carga, a terceiros ou a pessoas envolvidas em um sinistro durante a operação logística. 

Na prática, eles funcionam como uma garantia de que, diante de um acidente, haverá cobertura para indenizações previstas em lei ou em contrato.

Há diferentes tipos desse seguro no setor de transportes. Como explica Ana Paula Boten de Lima, professora do curso de Tecnologia em Logística do Senac EAD, no caso das ferrovias destacam-se dois modelos principais: o RCTR-C e o RCTF-C. 

A seguir, ela resume as características de cada um.

RCTR-C

O RCTR-C é o Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga. 

Ele indeniza o segurado por danos à carga transportada ou às pessoas envolvidas no sinistro, em situações como colisões, tombamentos ou incêndios. 

No contexto ferroviário, esse seguro se aplica quando há cruzamento ou interação entre ferrovias e rodovias, exigindo cobertura para riscos compartilhados entre os modais.

RCTF-C

O RCTF-C segue a mesma lógica do RCTR-C, porém voltado especificamente ao transporte ferroviário. 

A sigla significa Responsabilidade Civil do Transportador Ferroviário e cobre acidentes ocorridos nas ferrovias durante o transporte de mercadorias, protegendo o transportador contra prejuízos decorrentes desses eventos.

Segundo Lima, o RCTF-C é de contratação obrigatória para transportadoras que operam no modal ferroviário. 

Essa exigência está prevista na Lei nº 8.374, de 30 de dezembro de 1991, que estabelece a obrigatoriedade de seguros para cobertura de riscos associados ao transporte de cargas.

Benefícios para o setor ferroviário

Além de atender exigências legais, os seguros de responsabilidade contribuem para a sustentabilidade financeira e para a reputação das empresas ferroviárias.

Entre os principais benefícios, destacamos:

  • Proteção contra acidentes e danos à carga: garante cobertura financeira em casos de colisões, descarrilamentos, incêndios ou outros sinistros que resultem em perdas ou avarias nas mercadorias transportadas;
  • Garantia de indenização a terceiros: assegura recursos para ressarcir danos materiais ou pessoais causados a terceiros, reduzindo a exposição jurídica do transportador;
  • Redução de riscos financeiros para concessionárias e operadores: evita que prejuízos elevados recaiam diretamente sobre o caixa da empresa, contribuindo para maior previsibilidade econômica e continuidade das operações; e
  • Maior credibilidade junto a clientes e parceiros: demonstra compromisso com a segurança, a conformidade regulatória e a responsabilidade operacional, fortalecendo relações comerciais e contratuais.

Desafios e regulamentação

Apesar dos benefícios, a contratação e a gestão dos seguros de responsabilidade no transporte ferroviário envolvem obstáculos que impactam diretamente concessionárias e operadores.

Entre os mais comuns, destacamos:

  • Custos elevados das apólices: os valores dos seguros tendem a ser altos em função do volume de cargas, do potencial de danos e do histórico de sinistros do setor ferroviário;
  • Complexidade regulatória e exigências da ANTT: o cumprimento das normas, resoluções e obrigações impostas pela agência reguladora exige atenção permanente e alinhamento entre áreas jurídica, operacional e de seguros; e
  • Necessidade de atualização constante das normas: mudanças regulatórias e ajustes legais demandam revisão frequente das apólices, contratos e processos internos, o que aumenta a carga administrativa e o risco de não conformidade.
linhas de expansão ferroviária impulsiona economia e sustentabilidade

Exemplos de aplicação

Na prática, os seguros de responsabilidade ganham forma nas grandes operações ferroviárias brasileiras, em que volume, extensão da malha e interação com áreas urbanas ampliam o nível de risco.

Alguns exemplos são:

Estrada de Ferro Carajás

Operando longos trechos e cargas de alto valor, como minério, a ferrovia Carajás demanda apólices robustas.

O foco está em acidentes operacionais, danos à carga e responsabilidade frente a terceiros em travessias urbanas e rodoviárias.

Estrada de Ferro Vitória-Minas

Com tráfego intenso e passagem por centros urbanos, os seguros priorizam cobertura para acidentes com interferência de terceiros.

Isso ocorre especialmente em passagens em nível, além de riscos ambientais e pessoais.

Ferrovia Norte-Sul

Por ser um eixo estruturante da logística nacional, a Norte-Sul exige soluções adaptadas à intermodalidade.

Sendo assim, combinam-se seguros ferroviários com coberturas complementares para operações integradas a rodovias e terminais logísticos.

Para atender a esse cenário, seguradoras estruturam produtos específicos para o setor ferroviário, ajustando limites de indenização, franquias, cláusulas de responsabilidade civil e coberturas adicionais.

Essa customização permite alinhar proteção financeira, exigências regulatórias e viabilidade econômica das operações.

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Intermodalidade: caminhos para logística sustentável e competitiva https://modalconnection.com.br/eventos/aintermodal/intermodalidade-caminhos-logistica-sustentavel-e-competitiva/ Thu, 19 Mar 2026 21:17:45 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12738 A intermodalidade como solução estratégica para descarbonizar a logística brasileira, reduzindo emissões e promovendo eficiência operacional em um setor crucial para a agenda climática.

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Quando a pauta da sustentabilidade chegou ao setor logístico, muitos a trataram como uma questão de comunicação, algo para relatórios anuais e selos de certificação. Esse tempo acabou. Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) mostram que o setor de transportes é responsável por 47% das emissões de gases de efeito estufa do Brasil, um número que coloca a logística no centro absoluto da agenda climática nacional e que torna a descarbonização não apenas uma obrigação ambiental, mas uma questão de competitividade econômica de longo prazo.

Intermodalidade: o caminho para a logística sustentável

O peso do modal rodoviário explica o desafio. O Inventário CNT 2025 identificou que, no ano-base 2023, o setor de transporte brasileiro emitiu 190 MtCO₂e, com clara predominância do modal rodoviário, responsável por 92,9% das emissões totais do setor.

Essa concentração reflete décadas de subinvestimento em modais mais sustentáveis, como ferrovias e hidrovias, e uma dependência histórica de combustíveis fósseis. Além disso, na atuação de modais no país, o rodoviário lidera o transporte de cargas, com aproximadamente 60% de todo volume.

Mudar esse quadro exige tempo, capital e vontade política, mas a direção já está traçada.

A integração modal como solução estratégica

A intermodalidade surge como uma resposta essencial para diversificar a matriz de transporte e reduzir emissões. O Brasil possui um enorme potencial para ampliar o uso de ferrovias e hidrovias, que são significativamente mais eficientes em termos de carbono.

A integração entre modais permite otimizar rotas, consolidar cargas e reduzir o consumo de combustíveis fósseis, criando uma logística mais equilibrada e sustentável.

Investimentos necessários para a transição

O custo de transformar a matriz logística é expressivo. Um estudo do Pacto Global da ONU estima que o Brasil precisará de R$ 3,42 trilhões em investimentos até 2050 para zerar as emissões no transporte rodoviário de cargas.

No entanto, a intermodalidade pode reduzir esses custos ao aproveitar infraestruturas existentes e priorizar modais menos intensivos em carbono.

Biocombustíveis e eletrificação: aliados da intermodalidade

Enquanto a eletrificação enfrenta barreiras de infraestrutura, os biocombustíveis oferecem uma solução imediata para reduzir emissões sem exigir a renovação completa da frota. Biodiesel, etanol e biometano são alternativas viáveis para complementar a transição energética, especialmente em modais como rodoviário e ferroviário. Além disso, a eletrificação de frotas pode ser integrada a sistemas intermodais, maximizando sua eficiência e reduzindo custos operacionais.

Eficiência operacional e tecnologia

A intermodalidade também se beneficia de tecnologias avançadas, como sistemas de roteirização inteligente, que podem diminuir em até 20% o consumo de combustível por viagem.

A consolidação de cargas e o uso de frete fracionado são medidas que combinam ganhos ambientais e financeiros, tornando a logística mais competitiva e sustentável.

A Intermodal 2026 e o futuro da logística verde

A sustentabilidade estará entre os temas centrais do 4º Interlog Summit durante a Intermodal South America 2026. Infraestrutura, alternativas de atuação, impactos do mercado e ESG em foco serão temas durante os debates. A intermodalidade será destaque como solução estratégica para transformar a logística brasileira.

Quer acompanhar as principais discussões que vão definir os próximos passos da logística? Clique aqui para realizar seu credenciamento na Intermodal South America 2026 e acompanhe nossa cobertura especial no Modal Connection — de 14 a 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

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Por que grandes empresas quebram ou entram em recuperação judicial? https://modalconnection.com.br/especialistas/por-que-grandes-empresas-quebram-ou-entram-em-recuperacao-judicial/ Wed, 18 Mar 2026 14:55:06 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12734 Crises empresariais não surgem do nada. Quando grandes companhias entram em recuperação, o impacto se espalha por toda a cadeia e chega ao comércio exterior.

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Toda semana escrevo sobre o comércio exterior, área pela qual tenho enorme identificação e paixão. Normalmente compartilho situações que acontecem no dia a dia, cases comuns ou mudanças extraordinárias que impactam o setor.

Mas nesta semana fui surpreendido por notícias de grande repercussão: duas empresas conhecidas anunciaram recuperação extrajudicial, o Grupo Pão de Açúcar e a Raízen. Foi um choque para investidores, mercado e público em geral. Mas afinal, por que isso acontece? Existem pontos que precisam ser analisados, e gosto de separar as histórias antes de colocar tudo no mesmo balaio.

No caso da Raízen, uma gigante brasileira voltada ao mercado de combustíveis e outros commodities, o impacto é ainda mais sensível. Combustíveis são essenciais para todos, pessoas, empresas e governo. O mercado é enorme e atende a todos os públicos. Ainda assim, fatores externos pesam: alta nos preços internacionais por conta de conflitos, oscilações cambiais frente ao dólar e ao euro, além da inadimplência que cresce com prazos longos de pagamento. Somam-se a isso questões de gestão, não importa o tamanho do faturamento, se os gastos superam a receita, a conta não fecha.

Já o GPA enfrenta desafios diferentes. A rede é conhecida por preços mais altos em relação a concorrentes, o que leva consumidores a buscar alternativas. Além disso, estoques elevados de produtos perecíveis geram perdas, oscilações de mercado dificultam o repasse de custos e problemas logísticos afetam a operação.

E o que tudo isso tem a ver com o comércio exterior? Muito. A Raízen depende da importação de combustíveis, já que o Brasil não é autossuficiente nesse setor. O GPA, por sua vez, importa vinhos, queijos, frutas como mirtilos e cerejas, entre outros. Quando uma empresa entra em dificuldades financeiras, o crédito se restringe, negociações ficam mais complicadas e fornecedores internacionais podem hesitar.

Um exemplo conhecido é o das Lojas Americanas. Quando a principal entrou em recuperação, todo o grupo foi afetado, tradings, transportadoras e demais empresas vinculadas. O efeito cascata é claro: crédito reduzido, poder de barganha enfraquecido e reputação comprometida, inclusive em negociações internacionais. Reconstruir exige esforço, adaptação e renegociação com todos os envolvidos. Afinal, quando aparece o “asterisco” ao lado do CNPJ, o mercado passa a enxergar a empresa com cautela, e isso vale também para parceiros no exterior.

No fim das contas, a lição é dura: crises empresariais não surgem do nada e o impacto vai muito além das paredes da companhia. E dentro da sua empresa, como está a preparação? A volta é possível, mas é complexa e exige disciplina, ajustes e muito trabalho.

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Intermodal 2026: sustentabilidade em movimento https://modalconnection.com.br/sustentabilidade/intermodal-2026-sustentabilidade-em-movimento/ Mon, 16 Mar 2026 11:00:00 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12730 Feira organizada pela Informa Markets promove iniciativas ambientais, sociais e de governança alinhadas aos ODS da ONU, consolidando seu papel como referência global em logística sustentável.

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A Intermodal South America, maior evento de logística das Américas, reafirma em 2025 seu compromisso com a sustentabilidade.

Organizada pela Informa Markets, a feira vai além da geração de negócios e se posiciona como agente de transformação, alinhando suas práticas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e ao programa global FasterForward.

Em 2026, a Intermodal South America implementa uma série de ações em sua marca para inspirar o setor e colaborar com a realização dos ODS: educação de qualidade (ODS 4), energia limpa e acessível (ODS 7), trabalho descente e crescimento econômico (ODS 8), indústria, inovação e infraestrutura (ODS 9), consumo e produção responsáveis (ODS 12), além de parcerias e meios de implementação (ODS 17).

Inspirando a Sustentabilidade

Entre as iniciativas destacam-se programas de capacitação de jovens e adultos para o mercado de trabalho, publicação de conteúdos sobre sustentabildiade no mercado, além da promoção de debates e soluções voltadas para infraestrutura moderna e sustentável. Além disso, a Intermodal fortalece parcerias globais, público-privadas e promove a inclusão social no time que atua na realização do evento.

Responsabilidade Ambiental

A responsabilidade ambiental é um dos pilares centrais da feira. O Better Stands incentiva o uso de estandes reutilizáveis com a meta de eliminar o desperdício até 2030.

A feira também adota práticas como o uso de carpete reciclado de PET e PP, iluminação LED e otimização de sistemas de ar-condicionado. A meta de neutralidade de carbono até 2025 reforça o compromisso com a redução de impactos ambientais. Até mesmo a alimentação oferecida no evento reflete essa preocupação, com opções veganas e vegetarianas que estimulam escolhas conscientes e sustentáveis.

Responsabilidade Social

No campo social, a feira promove inclusão de Pessoas com Deficiência (PCD) em parceria com o programa PAE. Instituições como Safrater, Instituto Jô Clemente e CAMPS Santos recebem apoio direto.

Diversidade e Inclusão

A diversidade é outro eixo estratégico. O Manifesto Rota Feminina promove a presença de mulheres na logística, enquanto o movimento Caminhoneiros Surdos do Brasil amplia a acessibilidade no setor de transportes. Ambas as iniciativas reforçam o compromisso da feira com a inclusão.

Mobilidade e Bem-estar

A Intermodal também incentiva o uso de transporte público e oferece transfer gratuito, em parceria com o Metrô SP e a Secretaria de Turismo. Além disso, espaços de bem-estar e hidratação são disponibilizados para os visitantes, reforçando a preocupação com a experiência e o conforto durante o evento.

Informa Markets e o Programa FasterForward

Todas essas iniciativas fazem parte da estratégia global FasterForward da Informa Markets, que acelera a transição para negócios sustentáveis. O programa reforça o compromisso da empresa com os ODS, garantindo que cada evento seja uma plataforma de impacto positivo para clientes, comunidades e meio ambiente.

A Intermodal South America 2025 conecta todo setor logístico e se consolida como referência em sustentabilidade. Com ações alinhadas aos ODS 4, 7, 8, 9, 12 e 17, a feira organizada pela Informa Markets reafirma seu papel como catalisadora de práticas responsáveis e inovadoras, gerando impacto econômico, social e ambiental positivo.

Para saber mais, acesse: Sustentabilidade na Intermodal South America

 Clique aqui para realizar seu credenciamento na Intermodal South America 2026 e acompanhe nossa cobertura especial no Modal Connection — de 14 a 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

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Investimento cruzado impulsionando o modal ferroviário https://modalconnection.com.br/artigos/investimento-cruzado-impulsionamento-do-modal-ferroviario-0/ https://modalconnection.com.br/artigos/investimento-cruzado-impulsionamento-do-modal-ferroviario-0/#respond Fri, 13 Mar 2026 11:00:00 +0000 https://digital.intermodal.com.br/ntexpo/investimento-cruzado-impulsionamento-do-modal-ferroviario-0/ Modelo que troca outorga por trilhos acelera obras, amplia a malha ferroviária e reposiciona a logística. Entenda como funciona e confira os benefícios!

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Imagine uma concessionária ferroviária que, ao renovar seu contrato, troca o pagamento de uma outorga pela construção de um novo trecho de ferrovia. Esse é o princípio do investimento cruzado, modelo que vem reposicionando o debate sobre a expansão do modal ferroviário no Brasil. 

A lógica é direta: em vez de recursos irem ao caixa público, eles se transformam em trilhos, obras e infraestrutura. Ao final, o novo trecho é licitado, gerando outorga e ampliando a malha nacional. 

O efeito se espalha por empregos, dinamização econômica e ganhos logísticos para municípios antes à margem das grandes rotas.

Acompanhe para saber mais sobre essa modalidade de investimento!

Entenda o que é investimento cruzado em ferrovias

O investimento cruzado é um modelo regulatório que permite converter obrigações financeiras, como o pagamento de outorgas, em investimentos diretos na expansão ou modernização da infraestrutura ferroviária. 

Na prática, as empresas que renovam contratos de concessão assumem a execução de novas obras, enquanto o poder público mantém a titularidade do ativo e, ao final, pode licitar o trecho construído.

Esse arranjo ganhou respaldo jurídico com o Marco Legal das Ferrovias (Lei nº 14.273/2021), que ampliou os instrumentos para estimular investimentos privados, introduziu o regime de autorizações ferroviárias e reforçou a flexibilidade regulatória do setor. 

As autorizações recentes para novos trechos convivem com o modelo de concessões, criando um ambiente híbrido que acelera a expansão da malha.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) exerce papel central nesse processo, ao regular renovações contratuais, autorizar obras, fiscalizar a execução dos investimentos e definir critérios para a futura licitação dos ativos. 

Esse conjunto de normas e políticas públicas sustenta o investimento cruzado como ferramenta de política de infraestrutura, alinhando segurança jurídica, interesse público e capacidade de investimento privado.

Benefícios investimento cruzado para o modal ferroviário

O investimento cruzado vem se consolidando como um instrumento capaz de alinhar política pública, interesse privado e expansão da infraestrutura ferroviária. 

Ao reorganizar a lógica das concessões, o modelo gera efeitos práticos sobre a logística, a competitividade e o desenvolvimento regional.

Entre os principais benefícios, destacamos:

  • Expansão da malha ferroviária: viabiliza novos trechos sem depender apenas de recursos orçamentários, transformando obrigações contratuais em obras;
  • Integração de regiões produtoras com portos estratégicos: conecta áreas do interior a corredores de exportação, reduzindo gargalos históricos;
  • Redução de custos logísticos para o agronegócio e a mineração: aumenta escala, previsibilidade e eficiência no escoamento da produção; e
  • Estímulo à concorrência e à eficiência operacional: amplia a oferta de infraestrutura e cria novas oportunidades de concessão e operação ferroviária.

Desafios do investimento cruzado no Brasil

Apesar dos avanços observados nos últimos anos, o investimento cruzado ainda enfrenta obstáculos que podem limitar seu ritmo de expansão. 

A superação desses pontos é determinante para que o modelo alcance maior previsibilidade e escala no setor ferroviário.

Entre os desafios mais comuns do segmento, temos:

  • Burocracia regulatória: processos longos de análise, licenciamento e autorização podem atrasar obras e elevar custos;
  • Necessidade de segurança jurídica para investidores: contratos claros e estabilidade regulatória são fundamentais para sustentar decisões de longo prazo; e
  • Coordenação entre diferentes modais e concessões: exige alinhamento entre ferrovias, rodovias, portos e terminais, evitando sobreposições e ineficiências na rede logística.

Exemplos de projetos que saem do papel e ganham escala

Nos últimos anos, o investimento cruzado passou do desenho regulatório à execução efetiva de obras ferroviárias. Veja alguns exemplos, a seguir:

FICO

Entre os casos mais conhecidos temos a  Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), no trecho entre Mara Rosa (GO) e Água Boa (MT). 

Conforme dados da ANTT, entre 2024 e 2025 houve um avanço de 363 km de extensão e R$ 10,2 bilhões previstos, dos quais R$ 4,2 bilhões já contratados e 292 km autorizados pela ANTT em 2025, como contrapartida da renovação da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM).

EF-118

No Sudeste, a EF-118 (ES–RJ) se apresenta como eixo logístico estratégico, com 246 km no traçado principal.

Foram feitos R$ 6,6 bilhões em investimentos e uma estrutura financeira que reúne R$ 4,1 bilhões provenientes de repactuações da MRS, da Rumo Malha Paulista e da Vale. 

Tais dados foram informados pelo Ministério dos Transportes.

Malha Sudeste

Ainda de acordo com o Ministério dos Transportes, a Malha Sudeste (MRS) reforça esse mecanismo.

Esse projeto ganha destaque ao combinar R$ 3,8 bilhões em investimentos operacionais com cerca de R$ 2,8 bilhões em outorga repactuada, valores que alimentam novos projetos ferroviários.

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Guerras e seus impactos no comércio exterior https://modalconnection.com.br/especialistas/guerras-e-seus-impactos-no-comercio-exterior/ Thu, 12 Mar 2026 11:00:00 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12707 Conflitos internacionais impactam diretamente o comércio exterior, alterando rotas, custos logísticos e estratégias de negócios.

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Desde os tempos antigos, os conflitos entre povos moldaram a história da humanidade. Disputas por território, recursos e poder sempre estiveram presentes, e ainda hoje vemos como esses embates repercutem diretamente na economia global. O comércio exterior, por sua natureza internacional, é um dos setores mais sensíveis a essas instabilidades.

Um exemplo recente foi a tensão no Golfo Pérsico. Após conflitos e bombardeios dos EUA, o Irã restringiu parcialmente o tráfego no Estreito de Ormuz, rota por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. Essa medida impactou valores de frete internacional e obrigou a revisão de rotas marítimas, afetando importadores em diferentes países, inclusive no Brasil. Situações como essa mostram como eventos geopolíticos podem alterar custos logísticos de forma imediata.

Como destacou recentemente o especialista Sidnei Lostado em um de seus vídeos, “o armador, que é o dono do navio, pode cobrar taxas e aumentos mesmo que a carga já esteja próxima de seu destino, em razão de guerras ou outras situações atípicas”. Essa observação é bastante pertinente: quando uma carga é embarcada, o conhecimento de embarque (BL) funciona como contrato, e em seu verso constam diversas cláusulas que permitem esse tipo de ajuste. Ou seja, o transporte internacional está sujeito a variações que vão além da logística tradicional, refletindo diretamente os impactos da geopolítica sobre o comércio exterior.

Além disso, conflitos prolongados, como a guerra entre Rússia e Ucrânia, têm provocado mudanças significativas nas cadeias de suprimentos, nos preços de commodities e na disponibilidade de transporte marítimo.

Portanto, é fundamental compreender que acontecimentos em regiões distantes não são isolados: eles reverberam em escala global, influenciando diretamente o comércio exterior brasileiro. O chamado “efeito cascata” da geopolítica pode alterar preços, prazos e estratégias de negócios de forma abrupta.

A grande questão é como se preparar para cenários tão imprevisíveis. Embora seja impossível antecipar todos os desdobramentos, acompanhar de perto os movimentos internacionais, diversificar fornecedores e manter flexibilidade logística são práticas que ajudam empresas a mitigar riscos.

Em resumo, o comércio exterior está intrinsecamente ligado ao contexto geopolítico mundial. Conflitos, disputas e tensões internacionais continuarão a influenciar rotas, custos e oportunidades. Cabe aos profissionais da área manter atenção constante e buscar alternativas para garantir competitividade em meio às incertezas.

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Tecnologia e digitalização: o futuro da logística é agora https://modalconnection.com.br/eventos/aintermodal/tecnologia-e-digitalizacao-o-futuro-da-logistica-e-agora/ Thu, 12 Mar 2026 11:00:00 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12727 Da previsão de demanda com inteligência artificial à automação de armazéns movida a robótica, a transformação digital redefine cada elo da cadeia logística, e a Intermodal South America 2026 será o centro dessas discussões no país.

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Há alguns anos podemos perceber uma revolução acontecendo nos bastidores da logística brasileira. Ela está mudando a forma como mercadorias são previstas, separadas, roteirizadas, rastreadas e entregues. É a digitalização que transforma armazéns em sistemas inteligentes, caminhões em plataformas de dados e decisões operacionais em algoritmos de aprendizado de máquina.

Os números confirmam a urgência da transformação. Com os gastos com transporte no Brasil alcançando R$ 940 bilhões em 2024, uma alta de 7% em relação a 2023, e com mais de 60% das empresas brasileiras enfrentando pressão nas margens, a adoção da inteligência artificial emerge como uma ferramenta que transforma desafios em oportunidades. Em um setor que representa 15,5% do PIB nacional e ainda opera com eficiência aquém do potencial, tecnologia não é mais diferencial competitivo: é condição de sobrevivência.

Inteligência artificial: de tendência a motor operacional

A inteligência artificial deixou de ser promessa de futuro para se tornar realidade presente. Pesquisa da Gartner, publicada em 2025, mostra que 74% dos líderes de supply chain enxergam a IA como o principal motor de transformação dos próximos anos, embora apenas 23% das organizações tenham, de fato, uma estratégia formal para sua adoção. O dado revela um setor que reconhece o potencial, mas ainda amadurece na implementação.

No Brasil, o avanço é acelerado. Segundo pesquisa do IBGE divulgada em 2025, 41,9% das empresas industriais brasileiras com 100 ou mais colaboradores já utilizam inteligência artificial. Em 2022, esse percentual era de apenas 16,9%, uma expansão de quase 150% em dois anos. A área de logística e comercialização se destaca: cerca de 89% das empresas pesquisadas apresentam algum grau de digitalização em suas operações logísticas.

As aplicações práticas já entregam resultados mensuráveis. A implementação de IA na gestão logística pode resultar em reduções de 10% a 20% nos custos de combustível com otimização de rotas, cortes de 20% a 30% em reparos com manutenção preditiva e até 40% menos acidentes em frotas que utilizam sistemas de monitoramento inteligente.

O mercado global projeta crescimento exponencial. Segundo relatório da consultoria Verified Market Research, o segmento de IA generativa aplicada à logística deve saltar de US$ 3 bilhões em 2024 para US$ 65 bilhões até 2030, crescimento médio anual de 46,5%. No Brasil especificamente, estimativas da McKinsey apontam que o volume de investimentos em soluções de IA no setor logístico deve ultrapassar US$ 5 bilhões até 2027.

Imagem de um armazém moderno com estantes organizadas e caixas empilhadas, demonstrando eficiência no armazenamento e logística.

Intralogística: a revolução dentro dos armazéns

Se o transporte é o sistema circulatório da cadeia de suprimentos, os armazéns e centros de distribuição são seu coração, que vem sendo completamente renovado.

A intralogística brasileira movimentou aproximadamente R$ 63 bilhões em 2024, com crescimento de 15% em relação ao ano anterior, ao mesmo tempo em que o mercado de galpões logísticos registrou expansão de 39% no mesmo período. A pressão do e-commerce é o principal catalisador: com 414,9 milhões de pedidos realizados em 2024, o comércio eletrônico brasileiro só pode ser sustentado por processos internos ágeis, bem integrados e com mínimo de erros.

A resposta do setor tem sido a automação em escala crescente. O mercado brasileiro de automação logística está avaliado em US$ 4,8 bilhões em 2025, com projeção de chegar a US$ 10,4 bilhões até 2033, mais que dobrar em oito anos. Em paralelo, o mercado de software para intralogística foi estimado em US$ 123,56 milhões em 2024, com projeção para US$ 270,35 milhões até 2030.

Robôs autônomos móveis (AMRs), sistemas de picking automatizado, sorters inteligentes, cobots e gêmeos digitais estão deixando de ser exóticos para se tornarem itens de linha de orçamento nos maiores centros de distribuição do país. Segundo a Associação Brasileira de Movimentação e Logística (ABML), empresas que implementaram sistemas automatizados registraram até 35% de aumento na eficiência operacional.

Mas a transformação não é apenas técnica. O setor ainda enfrenta desafios estruturais, como a escassez de profissionais qualificados para operar e manter sistemas automatizados, os altos custos iniciais de implementação e a integração com sistemas legados, barreiras que exigem soluções flexíveis de financiamento e estratégias de capacitação de pessoas. A pergunta deixou de ser “se” automatizar e passou a ser “como orquestrar frota, tecnologia e pessoas”.

O ecossistema logtech: startups redesenham o jogo

Em paralelo à automação de grandes operadores, um ecossistema dinâmico de startups vem desafiando modelos consolidados com agilidade e foco em nichos específicos da cadeia logística.

O Startup Landscape: Logtechs 2025, produzido pela Liga Ventures, mapeou 318 startups ativas no Brasil, revelando um setor em expansão que se apoia crescentemente na digitalização, inteligência de dados e automação para resolver gargalos estruturais da cadeia logística. Em 2024, categorias como gestão de entregas, inteligência de dados e last-mile estiveram entre as que mais captaram recursos, indicando que investidores veem potencial de escala e impacto direto nos resultados das empresas.

O ecossistema opera sobre três pilares que se reforçam mutuamente: a digitalização de processos antes dependentes de papel e telefonemas; a visibilidade em tempo real de cadeias longas e multicanal; e a automação que reduz falhas, retrabalhos e desperdícios.

Gestão de armazéns IoT na visibilidade de estoque.jpg

IoT e conectividade: a inteligência que permeia tudo

Por trás de grande parte das aplicações de IA está uma camada fundamental de conectividade: a Internet das Coisas (IoT). A Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) revelou em 2025 que 38% das empresas nacionais que operam com IoT já incorporaram soluções de IA às suas operações, e outros 43,7% estão ativamente desenvolvendo essa capacidade.

Quatro em cada cinco empresas brasileiras, portanto, já usam ou planejam adotar o que o mercado chama de AIoT, a convergência entre inteligência artificial e Internet das Coisas.

Na prática, isso significa sensores monitorando temperatura e umidade em armazéns frigorificados; rastreamento de ativos em tempo real com precisão de metros; manutenção preditiva que identifica falhas mecânicas antes que ocorram; e gêmeos digitais que simulam cenários completos da cadeia logística antes de decisões de investimento.

A criação de gêmeos digitais da cadeia logística é uma tendência em ascensão que permite simular cenários em tempo real, antecipando gargalos e auxiliando na tomada de decisões estratégicas. Uma ferramenta especialmente valiosa num país com as dimensões e complexidades do Brasil, onde uma decisão de roteamento pode envolver milhares de quilômetros e múltiplos modais.

Cultura orientada por dados nas operações de Comex.jpg

O desafio da adoção: dados, cultura e integração

Apesar do avanço inegável, a digitalização logística no Brasil ainda enfrenta obstáculos que vão além da tecnologia. Relatório da BCG destaca que apenas 29% das empresas desenvolveram ao menos três das cinco capacidades consideradas essenciais para preparar a cadeia de suprimentos para o futuro, como agilidade, resiliência, integração com o ecossistema, alinhamento estratégico e regionalização das operações.

O diagnóstico revela que o gargalo frequentemente não está na tecnologia disponível, mas na capacidade organizacional de integrá-la. Sistemas isolados, dados dispersos em silos, cultura resistente à mudança e falta de profissionais com dupla fluência, técnica e logística, são barreiras tão reais quanto a falta de infraestrutura física.

A boa notícia é que o mercado reconhece o problema e avança na solução. O ritmo atual de evolução das logtechs aponta para uma próxima década marcada por uma logística cada vez mais previsível, conectada e orientada por inteligência.

A Intermodal 2026 como vitrine da transformação digital

A Intermodal South America 2026 chega em abril como palco para essa confluência entre tecnologia e operação logística.

Automação de armazéns, plataformas de gestão integrada, soluções de last-mile, monitoramento de frotas com IA, sistemas de rastreabilidade e logtechs de diversas verticais estarão presentes, tornando a feira em um mapa das possibilidades que o setor tem diante de si.

Num momento em que o Brasil busca reduzir seu custo logístico histórico e ganhar competitividade no comércio global, a digitalização é uma das ferramentas mais consistentes disponível.

Quer acompanhar as principais discussões que vão definir os próximos passos da logística? Clique aqui para realizar seu credenciamento na Intermodal South America 2026 e acompanhe nossa cobertura especial no Modal Connection — de 14 a 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

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Intermodal 2026: expositores retornam com soluções inovadoras para logística integrada https://modalconnection.com.br/eventos/aintermodal/intermodal-2026-expositores-retornam-com-solucoes-inovadoras-para-logistica-integrada/ Wed, 11 Mar 2026 18:51:04 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12704 Empresas globais e nacionais confirmam presença na 30ª edição da Intermodal South America, trazendo tendências que vão transformar o setor de logística e comércio exterior na América Latina.

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A Intermodal South America 2026 chega à sua 30ª edição consolidada como o principal ponto de encontro dos setores de logística, transporte de cargas, intralogística, tecnologia e comércio exterior. De 14 a 16 de abril, o Distrito Anhembi em São Paulo será palco de três dias de networking, painéis de conteúdo e exposição de soluções que refletem os desafios e oportunidades de uma cadeia de suprimentos cada vez mais integrada e tecnológica.

Mais de 500 empresas expositoras estarão presentes, reafirmando o papel da feira como espaço estratégico para negócios, parcerias e expansão internacional.

Expositores que retornam em 2026

Entre os destaques estão companhias que voltam ao evento com propostas inovadoras e estratégicas:

  • deugro – empresa global de freight forwarding, que reforça sua presença com especialistas em fretes FCL, Breakbulk e aéreo. A companhia celebra a certificação como Operador Econômico Autorizado (OEA) e anuncia a abertura de um novo escritório em Porto Alegre.
  • Prestex – pioneira no transporte emergencial, apresenta a evolução da logística ultraexpressa, agora integrada como rotina na indústria B2B, com operações 24/7 e integração entre modais aéreo e rodoviário.
  • SAAM Towage – referência em rebocadores portuários na América Latina.
  • Enterprise Logistics – especializada em logística internacional e agenciamento de cargas.
  • Movecta – empresa de logística integrada com terminais alfandegados em hubs estratégicos do Brasil.

O retorno desses players traduz a busca por soluções cada vez mais integradas, tecnológicas e estratégicas, alinhadas às demandas de um mercado em constante transformação.

Garanta seu ingresso para a Intermodal 2026

A Intermodal South America acontece de 14 a 16 de abril de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Serão três dias de networking, palestras e exposição das principais tendências do setor.

Garanta já seu ingresso e participe do maior encontro de logística da América Latina!

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7 atrações imperdíveis da Intermodal South America 2026 https://modalconnection.com.br/eventos/aintermodal/7-atracoes-imperdiveis-da-intermodal-south-america-2026/ Wed, 11 Mar 2026 11:00:00 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12681 A 30ª edição da maior feira de logística das Américas traz novidades que vão além dos estandes, do congresso reformulado ao simulador de direção. Confira o que não pode ficar fora da sua agenda!

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A Intermodal South America 2026 acontece de 14 a 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo, reunindo mais de 500 marcas expositoras e expectativa de público de 49 mil profissionais.

Além da área de exposição, maior do hemisfério sul para o setor de logística, intralogística, tecnologia, transporte de cargas e comércio exterior, a 30ª edição do evento anos traz uma programação completa, com atrações gratuitas e pagas que transformam a visita em uma experiência completa.

Já garantiu seu ingresso? Confira abaixo o que não pode sair do seu roteiro!

1 – 4º Interlog Summit

O congresso oficial da Intermodal chega à sua quarta edição com formato renovado e alcance internacional. A programação passa a acontecer no período da manhã, das 11h às 16h. Após as palestras, os congressistas têm a tarde e a noite livres para aproveitar os estandes até as 21h.

O Interlog Summit reúne dois congressos simultâneos: o Congresso Intermodal South America e o XXVIII CNL – Conferência Nacional de Logística, realizado pela Abralog. Todos os painéis contam com tradução simultânea, consolidando o caráter internacional do evento. O tema central desta edição é “Conexões que movem o Brasil: logística e infraestrutura rumo ao protagonismo global”.

Entre os palestrantes já confirmados estão nomes do BNDES, Porto de Barcelona, Autoridade Portuária de Santos, Mondelēz Brasil e Mercado Livre.

Garanta seu ingresso para o Interlog Summit!

2 – Arena Intermodal

Para quem quer conteúdo técnico sem sair da área de exposições, a Arena Intermodal é a parada obrigatória. O espaço oferece palestras e painéis gratuitos para todos os visitantes, das 14h às 19h, nos três dias de evento.

A programação cobre temas do dia a dia da operação logística, como gestão de frotas a comércio exterior, com um formato mais direto e acessível do que o congresso principal. O espaço é ideal para quem quer aproveitar o conteúdo no intervalo entre visitas aos estandes.

Localização: H120

Clique aqui para conferir a programação completa!

3 – TI Innovations

A proposta da Arena TI Innovation é promover tecnologia em demonstrações ao vivo, sendo um dos espaços mais movimentados da Intermodal nas últimas edições. A arena conta com empresas especializadas em soluções digitais para a cadeia logística apresentam seus produtos e sistemas em formato de pitch e demonstração, com conteúdo gratuito e exclusivo sobre novas tecnologias para toda a cadeia logística.

Para 2026, os expositores confirmados já incluem Alltech, Adejo, Callink, Cometrix, ENV, Newage, Paragon, Stokki e Zarpar.

Localização: A150

Clique aqui para conferir a programação completa!

4 – Projeto Smart Intralogística

Novidade desta edição, o Projeto Smart Intralogística é um espaço dedicado exclusivamente às soluções para operações dentro de armazéns, incluindo movimentação e armazenagem até automação avançada.

O espaço reúne demonstrações ao vivo de equipamentos e sistemas, networking com profissionais de supply chain, indústrias, distribuidores e integradores de sistemas, além de exposição das principais tendências em intralogística. A entrada é gratuita para todos os visitantes credenciados.

Saiba mais sobre o Projeto Smart Intralogística

5 – Área Externa com equipamentos e veículos

Quem passa pela área externa da Intermodal encontra algo que nenhum catálogo digital substitui: equipamentos de grande porte em tamanho real. As principais empresas do setor apresentam os mais modernos veículos e equipamentos de alta performance, uma oportunidade única de ver de perto as soluções que operam nas rodovias, pátios e centros de distribuição do país.

A atração é especialmente relevante para gestores de frota, compradores e profissionais de operações que precisam avaliar equipamentos antes de decisões de investimento.

6 – Escola Móvel de Conectividade do SENAI

O SENAI leva para dentro da Intermodal 2026 sua Escola Móvel de Conectividade, uma estrutura itinerante com simuladores, tecnologias de ponta e experiências imersivas voltadas para a formação e atualização de profissionais do setor.

Os visitantes podem participar de cursos e vivências que mostram como conectividade, automação e digitalização estão transformando a indústria e a operação logística.

A atração é gratuita e especialmente indicada para profissionais em transição de carreira, gestores de RH e empresas que discutem qualificação de equipes para o ambiente logístico 4.0.

Localização: B150

7 – Unidade Móvel de Treinamento do SEST SENAT

O SEST SENAT apresenta na Intermodal 2026 sua Unidade Móvel de Treinamento com Módulo Simulador, voltada para segurança viária, direção segura e defensiva. Com tecnologia de ponta, a iniciativa oferece uma experiência prática e imersiva diretamente da área de exposições.

Uma atração com apelo direto para transportadoras, gestores de frota e profissionais que atuam no modal rodoviário.

Localização: N130

Bônus: Central de Informação ao Turista

Em parceria com a Secretaria de Turismo do Município de São Paulo, a Intermodal 2026 terá uma CIT móvel no evento para ajudar visitantes de outros estados e países a aproveitarem ao máximo a estadia na cidade, com mapas, roteiros temáticos, dicas de gastronomia e cultura, e atendimento com dois guias bilíngues especializados.

Localização: N140


Em 2026, A Intermodal South America 2026 adota credenciamento pago para visitantes: R$ 150,00 (inteira) ou R$ 75,00 (ingresso solidário, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível).

Clique aqui e faça seu credenciamento e aproveite para garantir seus ingressos para o 4º Interlog Summit.

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Interlog Summit 2026: tendências em logística, infraestrutura e comércio exterior https://modalconnection.com.br/eventos/aintermodal/interlog-summit-2026-tendencias-em-logistica-infraestrutura-e-comercio-exterior/ Tue, 10 Mar 2026 14:36:06 +0000 https://modalconnection.com.br/?p=12683 O futuro da logística e infraestrutura brasileira em um só material: inovação, multimodalidade e sustentabilidade com entrevistas exclusivas de líderes globais.

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A Intermodal South America celebra sua 30ª edição como o maior evento da América Latina em logística, transporte de cargas e comércio exterior. Dentro do evento, acontece o 4º Interlog Summit, que se consolida como espaço estratégico de debates e conexões globais. Neste ano, o congresso traz um novo formato, com tradução simultânea em todos os painéis e uma programação que reflete os grandes temas que transformam o futuro da logística.

Este e-book especial foi desenvolvido como prévia estratégica de tudo que os congressistas encontrarão no evento, reunindo dados de mercado, tendências e insights sobre infraestrutura, portos, comércio exterior, tecnologia e intralogística.

O material é um convite para compreender como inovação, multimodalidade e sustentabilidade estão transformando o setor e preparando o Brasil para assumir protagonismo global. Além de análises e indicadores, o material traz entrevistas exclusivas com líderes e especialistas que oferecem visões práticas e inspiradoras sobre os caminhos da logística no Brasil e no mundo:

Davi Barreto – Diretor-presidente da ANTF, sobre a transformação regulatória e o papel da ferrovia na economia de baixo carbono.

Angelino Caputo – Presidente-executivo da ABTRA, destacando inovação tecnológica e intermodalidade nos terminais brasileiros.

Eduard Moyà – Product Manager Container Division do Porto de Barcelona, keynote internacional que mostra como hubs portuários reduzem custos e emissões.

Quem deve baixar este material?

  • Profissionais de logística e supply chain que buscam antecipar tendências e identificar oportunidades;
  • Executivos e gestores que desejam estratégias práticas para enfrentar gargalos de infraestrutura e comércio exterior;
  • Empresas interessadas em cases internacionais de portos e hubs logísticos que podem inspirar soluções locais;
  • Especialistas em tecnologia e intralogística que querem acompanhar a revolução digital e sustentável do setor;
  • Acadêmicos e estudantes que procuram conteúdo atualizado e estratégico sobre logística e infraestrutura no Brasil.

Baixe agora o e-book e prepare-se para participar do encontro que conecta líderes, especialistas e soluções inovadoras que estão transformando a logística no Brasil e no mundo!

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