RedFox Digital Group | Software & Solutions 4Healthcare https://redfox.tech/ Tech 4 Health Tue, 30 Jan 2024 13:12:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://i0.wp.com/redfox.tech/wp-content/uploads/2021/03/cropped-525e7-logo-redfox.png?fit=32%2C32&ssl=1 RedFox Digital Group | Software & Solutions 4Healthcare https://redfox.tech/ 32 32 190601526 Estratégias Eficazes para Gestores de TI: Planejamento e Execução para o Sucesso do Lançamento de Produtos Digitais https://redfox.tech/blog/estrategias-eficazes-gestores-ti/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=estrategias-eficazes-gestores-ti https://redfox.tech/blog/estrategias-eficazes-gestores-ti/#respond Tue, 30 Jan 2024 13:12:29 +0000 https://redfox.tech/blog/estrategias-eficazes-gestores-ti/ No dinâmico mundo do desenvolvimento de plataformas e softwares, o planejamento eficaz do lançamento é tão crucial quanto o próprio desenvolvimento do produto.  Muitas vezes, a ênfase recai sobre as características técnicas e inovações, enquanto a estratégia de lançamento e pós-lançamento,...

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No dinâmico mundo do desenvolvimento de plataformas e softwares, o planejamento eficaz do lançamento é tão crucial quanto o próprio desenvolvimento do produto. 

Muitas vezes, a ênfase recai sobre as características técnicas e inovações, enquanto a estratégia de lançamento e pós-lançamento, que são fundamentais para a adoção do usuário, são deixadas para segundo plano. Hoje, vamos abordar como você pode integrar o planejamento do lançamento desde as fases iniciais de desenvolvimento, preparando-se adequadamente para garantir não apenas um lançamento bem-sucedido, mas também uma adesão duradoura e eficaz do usuário.

1. Integração do Planejamento de Lançamento:

Desde o início do desenvolvimento, integre a estratégia de lançamento em seu planejamento. Pergunte-se: “Como isso será apresentado aos usuários? Como podemos facilitar sua transição para esta nova ferramenta?”.

2. Estratégia de Lançamento Detalhada:

Desenvolva uma estratégia de lançamento detalhada que inclua metas claras, identificação do público-alvo, e um plano robusto de comunicação que destaque os benefícios e as funcionalidades do seu produto.

3. Preparação da Equipe:

Certifique-se de que sua equipe entenda não apenas o funcionamento do produto, mas também sua relevância e benefícios para os usuários finais. Treinamentos e workshops internos podem ser extremamente úteis nesse processo.

4. Materiais de Apoio e Canais de Suporte:

Prepare materiais de apoio abrangentes e estabeleça canais de suporte eficientes para auxiliar os usuários na fase de adaptação ao novo sistema.

5. Feedback e Ajustes Contínuos:

Após o lançamento, é vital coletar feedback dos usuários e usar esses insights para realizar ajustes. Este é um processo contínuo que garante a melhoria constante do produto.

6. Monitoramento da Adesão:

Implemente métricas para avaliar a adesão do usuário. Use esses dados para entender melhor como o produto está sendo recebido e onde podem ser feitas melhorias.

7. Comunicação e Treinamento Contínuos:

Mantenha uma comunicação constante com os usuários. Informe-os sobre atualizações, melhorias e novos recursos. Além disso, invista em treinamento contínuo para acompanhar a evolução do produto.

Conclusão:

O sucesso de um lançamento de software ou plataforma vai além do código e do design. Ele reside na meticulosa preparação para o lançamento e no comprometimento contínuo com a experiência do usuário. 

Ao integrar essas estratégias no seu processo de desenvolvimento, você estará pavimentando o caminho para um lançamento bem-sucedido e uma adesão satisfatória e duradoura dos usuários. 

O planejamento antecipado e a preparação não são apenas passos adicionais; eles são os pilares para transformar uma nova solução tecnológica em um sucesso de mercado e adesão da comunidade de usuários.

Enfrentar esses desafios com uma estratégia bem definida e uma mentalidade focada no usuário pode fazer toda a diferença entre um produto que atende às necessidades do mercado e um que falha em ganhar tração. Invista tempo e recursos no planejamento e preparação do lançamento, e você colherá os frutos de um produto mais bem recebido e adotado.

Espero que essas orientações sejam valiosas na sua jornada para lançar produtos de TI inovadores e bem-sucedidos. Lembre-se, um lançamento bem planejado é a chave para desbloquear o verdadeiro potencial do seu produto.

Esta introdução aprimorada enfatiza a importância do planejamento integrado e estratégico do lançamento desde as fases iniciais de desenvolvimento, destacando os passos cruciais para preparar a equipe e o produto para um lançamento e pós-lançamento bem-sucedidos, focando na experiência do usuário.

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Tipos de Inovação: Como se destacar em um mercado competitivo https://redfox.tech/blog/tipos-de-inovacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tipos-de-inovacao https://redfox.tech/blog/tipos-de-inovacao/#respond Thu, 09 Feb 2023 15:30:00 +0000 https://redfox.tech/blog/tipos-de-inovacao/ A princípio para inovar, é preciso conhecer os tipos de inovação. Assim, você consegue saber qual deles é o mais indicado para o momento do seu business.  Isto é, os desafios que estiver enfrentando atualmente vão dizer a você se deve...

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A princípio para inovar, é preciso conhecer os tipos de inovação. Assim, você consegue saber qual deles é o mais indicado para o momento do seu business. 

Isto é, os desafios que estiver enfrentando atualmente vão dizer a você se deve aplicar a inovação incremental, radical ou disruptiva

A inovação é criar algo novo a partir de algo existente, por isso ela é bastante diferente de invenção, que se dá a partir da criação de algo que ainda não existe.

Dessa forma, a inovação busca introduzir novidades, renovar e recriar. A inovação é sinônimo de mudanças e/ou melhorias de algo já existente. 

Por isso, conhecer os tipos de inovação é importante, porque cada um deles possui características e oferecem resultados diferentes. E você precisa estar ciente de quais resultados quer colher ao inovar, caso contrário, será puro desperdício de recursos.

Portanto, vamos conhecer cada um deles e aí depois você decide qual é o melhor para o seu negócio, vamos juntos?

Tipos de inovação: inovação Incremental

A inovação incremental foca em promover pequenas melhorias nos produtos, serviços, processo e/ou métodos do business. É o tipo de inovação que ajuda a empresa a manter a sua competitividade, por ser sustentável.

Em outras palavras, esse é um dos tipos de inovação que adiciona novas funcionalidades a produtos já existentes, por exemplo, ou cria soluções complementares para atender às demandas do mesmo mercado no qual já atua.

Vantagens da inovação incremental

Então, as mudanças provocada por esse tipo de inovação, são as seguintes:

  • Melhora a eficiência de produtos, serviços, processo e/ou métodos já existentes
  • Diferenciação competitiva
  • Fortalecimento da marca
  • Aquisição de novos clientes

Exemplo de inovação incremental

inovação

As canetas Bic foram criadas em 1945, quando o barão Marcel Bich teve a ideia de produzir uma caneta que conseguisse dispensar a necessidade de ser carregada manualmente. 

E foi um mega sucesso, cerca de 21 milhões de unidades foram vendidas em apenas dois anos, hoje essas canetas têm presença global, são 57 canetas Bic vendidas por segundo.

Ao longo dos anos a marca promoveu melhorias, aumentando a qualidade do produto e reduzindo os preços. 

Decerto que o seu design simples não deixa tão evidente as inovações incrementais feitas ao longo dos anos, que vão desde a abertura de ventilação da tampa até o minúsculo orifício de alívio de pressão, impedindo que o produto exploda quando exposto a altas pressões.  

Tipos de inovação: inovação radical

A diferença entre esses dois tipos de inovação, é que a inovação radical é mais complexa e não tão discreta quanto a inovação incremental. Esse tipo de inovação envolve um processo de mudança considerável.

A inovação radical usa a estratégia do oceano azul, defendida por Kim e Mauborgn, que consiste em uma abordagem na qual a empresa explora novos mercados, procurando pelos oceanos azuis, sendo aqueles mercados que ainda não estão monopolizados por grandes empresas.

Ao invés de navegar pelo mar vermelho, como é conhecido os mercados saturados, com players grandes e muita concorrência.  

Obviamente isso exige um investimento elevado de recursos da organização e um planejamento rigorosamente estruturado.

Vantagens da inovação radical

A inovação radical é o tipo de inovação que vai gerar transformações significativas em seu negócio, proporcionando as seguintes vantagens:

  • Exploração de novas perspectivas para produtos, serviços, processos e/ou métodos
  • Geração de um novo público-alvo
  • Reposicionamento da empresa perante o mercado
  • Geração de novas oportunidades de negócio
  • Fortalecimento da marca
  • Aquisição de novos clientes

Exemplo de inovação radical

Tipos de inovação

A Dog Hero é uma startup internacional que atua no Brasil, México e Argentina, conectando veterinários, adestradores e cuidadores de animais aos tutores por meio de uma plataforma online.

No início a empresa oferecia apenas passeios e hospedagem para os animaizinhos, mas atualmente conta com ‘’pet sitter’’ (visitas dos profissionais na casa dos tutores), creche (apenas para passar o dia) e veterinários.

A Dog Hero enxergou uma oportunidade de negócio, atendendo uma demanda dentre as pessoas que possuem animais em casa, mas nem sempre tem disponibilidade para cuidar deles, fazendo assim uma inovação radical ao lançar uma plataforma para suprir essa necessidade.

Tipos de inovação: inovação disruptiva

Dentre os três tipos de inovação, a inovação disruptiva é a mais impactante e transformadora. A grande diferença dela e da inovação radical, é que a inovação disruptiva gera mudanças no comportamento do consumidor e torna a solução anterior obsoleta.

Diferentemente do que se pensa, a inovação disruptiva não cria produtos e serviços mais caros, na verdade, ela cria soluções mais baratas, atendendo um público que os grandes players deixam de fora.

É assim que pequenos e novos negócios, como as startups, conseguem tomar territórios destes grandes tubarões. 

Vantagens da inovação disruptiva

Essa é a dose mais extrema de inovação que um business pode tomar, fazendo uma transformação completa, gerando um novo modelo de negócio, proporcionando as seguintes vantagens:

  • Alta probabilidade de lucro
  • Criação de um novo mercado
  • Liderança no respectivo segmento descoberto
  • Fortalecimento da marca
  • Aquisição de novos clientes

Exemplo de inovação disruptiva

inovação

A princípio, como bem sabemos, a Netflix criou uma solução em uma plataforma de streaming de vídeo que substituiu as videolocadoras, os DVDs e os Blu-rays.

Como resultado, ela acabou levando para o túmulo grandes nomes do segmento como a Blockbuster, e hoje é notável como a sua solução mudou a forma como consumimos filmes e séries.

Afinal, não conheço ninguém que compra ou aluga mídia física para ver filmes ou séries, você conhece?

Então, a mudança no comportamento de consumo é bastante visível. O aluguel ou a compra do produto gerava uma limitação financeira, logo assistir a um filme era um evento que acontecia de forma esporádica.

Mas, com o barateamento do serviço e com acesso bem mais amplo ao entretenimento em vídeo, proporcionado pela empresa, não existe mais essa limitação.

Agora, as pessoas muitas vezes deixam de ver a TV comum e passam horas “maratonando” a sua série favorita. E o que aconteceu? Outras empresas começaram a “copiar” o modelo de negócio da Netflix.

A importância da inovação

De fato, um grande problema pelo qual as empresas que não consideram a inovação enfrentam, é a falta de visão a longo prazo. Imagine o seguinte cenário:

Uma nova empresa surge com uma solução que tem certo potencial para atingir os seus clientes. Mas, no momento, é apenas um MVP com poucas funcionalidades e só consegue atingir consumidores menos exigentes, ou aqueles early adopters, dispostos a se arriscar por alguma feature interessante. Até então, isso não é um problema para você, certo?

A sua empresa não se alarma muito, pode ser que você pense por alguns momentos em implementar uma solução parecida, porém decide que é inútil investir em algo que parece pouco escalável e seja apenas uma moda passageira.

Entretanto, algo que começou pequeno e insignificante, logo começa a se desenvolver em uma velocidade incrivelmente rápida, novas funcionalidades são incrementadas e o produto ganha forma rapidamente.

Devido à relação próxima com os clientes, eles conseguem se conectar e absorver suas dores e desejos com agilidade e transformá-las em oportunidades de negócios. 

Assim, em pouco tempo o produto começa parecer atrativo até mesmo para os consumidores mais exigentes, até que finalmente essa solução alcança os seus clientes. 

Nesse momento, já é tarde e caro demais aprimorar o seu produto e você se vê enxugando gelo e tendo que se virar para correr atrás do prejuízo.

Apesar de ser apenas um exemplo, essa poderia ser a história dos taxistas quando a Uber começou a crescer, dos bancos tradicionais quando a Nubank nasceu, ou de tantas outras indústrias que tiveram seus mercados disruptados por soluções inovadoras.

Qual a melhor forma de inovar na minha empresa aplicando os tipos de inovação?

Tipos de inovação

À primeira vista, independente dos tipos de inovação que escolher, você deve ter uma cultura de inovação, e estar sempre procurando por inovação, seja ela incremental, radical ou disruptiva.

Portanto, você deve incentivar as pessoas a pensar e executar constantemente maneiras de encontrar novas oportunidades e modelos de negócios, explorando as necessidades e os desejos do seu público alvo, com intuito de promover a inovação radical, disruptiva ou incremental. Sempre considerando as necessidades do seu business.

E você pode ainda buscar novas oportunidades de negócios através, por exemplo, das incubadoras internas para criar startups corporativas internas, ou através da inovação aberta.

A RedFox ajuda empresas a se tornarem mais inovadoras e disruptivas em seu mercado oferecendo soluções personalizadas para o Product Discovery. 

Nós usamos técnicas comprovadas para compreender profundamente os desejos e necessidades do mercado, identificar oportunidades de negócios inovadores e validar ideias de produtos antes de investir tempo e recursos. 

Com a ajuda da RedFox, as empresas podem acelerar seu tempo de ciclo de inovação, maximizar seu ROI e diferenciar-se em seu mercado, tornando-se líderes inovadores.

Entre em contato conosco, e agende uma reunião!

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Bioimpressão 3D: medicina personalizada agora é possível https://redfox.tech/blog/bioimpressao-3d/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bioimpressao-3d https://redfox.tech/blog/bioimpressao-3d/#respond Mon, 06 Feb 2023 13:00:00 +0000 https://redfox.tech/blog/bioimpressao-3d/ Atualmente a tecnologia está em tudo o que fazemos, até mesmo na pesquisa médica ela já é aplicada, como é o caso da tecnologia de bioimpressão 3D, que ajuda a tratar pacientes e realizar experimentos.  Pois, esse tipo de tecnologia permite...

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Atualmente a tecnologia está em tudo o que fazemos, até mesmo na pesquisa médica ela já é aplicada, como é o caso da tecnologia de bioimpressão 3D, que ajuda a tratar pacientes e realizar experimentos. 

Pois, esse tipo de tecnologia permite a criação de estruturas tridimensionais a partir de modelos digitais. 

Essas estruturas podem ser utilizadas para simular ou substituir tecidos e órgãos humanos, incluindo pele, osso, cartilagem, músculos e até órgãos internos. 

Assim, a bioimpressão 3D é feita a partir de material biológico, sendo produzida por uma impressora 3D especializada. O processo é guiado por algoritmos de inteligência artificial e utiliza técnicas de modelagem e simulação para garantir a precisão da estrutura impressa. 

Em vista disso, essa tecnologia tem potencial para revolucionar a medicina, porque permite a produção de tecidos e órgãos humanos em massa, o que aumenta a disponibilidade de transplantes e melhora o tratamento de doenças.

Além disso, ela também pode ser usada para ajudar a desenvolver novos medicamentos, já que os tecidos e órgãos impressos podem ser utilizados para testar a segurança e eficácia de novas drogas, sem usar animais como cobaias. 

Então, a bioimpressão 3D é uma evolução tecnológica, vista como uma das maiores tendências da medicina no futuro, considerada uma das maiores inovações da indústria médica nos últimos anos.

Sendo assim, vamos entender um pouco mais sobre essa tecnologia, acompanhe.

Como funciona a bioimpressão 3D

A bioimpressão 3D é uma tecnologia avançada que permite a criação de estruturas tridimensionais que podem ser utilizadas como suporte para células-tronco e outros tecidos, ajudando na impressão de órgãos e partes de tecidos para fins médicos.

A impressora 3D usa um biomaterial conhecido como hidrogel, que funciona como uma estrutura tridimensional para acondicionar as células-tronco. 

Dessa forma, a peça criada na impressora é revestida com esse biomaterial, que contém as células-tronco em sua composição. Assim, quando aquecido, ele se dissolve, permitindo que as células se unam para formar o tecido ou órgão desejado.

A bioimpressão 3D tem uma série de aplicações, como a produção de tecidos para testes de medicamentos, a simulação de tumores e a realização de cirurgias virtuais. 

📰Leia: A escassez de medicamentos e a busca por uma solução inovadora

Além disso, ela permite que sejam evitados os testes em animais, que eram usados anteriormente para avaliar a segurança e a eficácia dos medicamentos e procedimentos médicos.

No Brasil, já existem empresas e startups trabalhando com sucesso na bioimpressão, imprimindo tecidos e órgãos para fins médicos e de pesquisa. 

Aliás, nós já temos projetos ambiciosos em bioimpressão em andamento, como o projeto em Santa Catarina, que pretende usar a tecnologia para ajudar na solução de problemas médicos e na produção de novos tratamentos e medicamentos.

De fato, a bioimpressão 3D é uma tecnologia incrivelmente avançada e versátil, que está sendo usada para melhorar a vida das pessoas ao redor do mundo

Sem dúvida, ela oferece uma alternativa mais segura e eficaz aos métodos tradicionais de produção de tecidos e órgãos, e ajuda a promover uma medicina mais avançada e inclusiva para todos.

📰 Leia: Tecnologia em saúde: veja 3 tendências para 2023

Como essa tecnologia surgiu?

tecnologia

A bioimpressão 3D surgiu na década de 1990, quando pesquisadores do instituto Wake Forest de Medicina Regenerativa usaram uma impressora 3D para construir estruturas sintéticas de uma bexiga humana. 

Desde então, essa tecnologia tem evoluído de forma significativa e atualmente já é possível imprimir vasos sanguíneos, tecidos e outras estruturas biológicas com sucesso.

O que poucos sabem é que a bioimpressão 3D é uma tecnologia que nasceu da união de dois campos de conhecimento distintos: a biotecnologia e a impressão 3D

A biotecnologia estuda a manipulação dos seres vivos e seus componentes para fins médicos e científicos, enquanto a impressão 3D permite a produção de objetos tridimensionais a partir de dados digitais.

A saber, a ideia de juntar essas duas áreas surgiu a partir da necessidade de produzir tecidos humanos para fins terapêuticos e de pesquisa, permitindo, imprimir órgãos e tecidos humanos para substituir aqueles que foram danificados ou removidos durante uma cirurgia

Entretanto, embora essa tecnologia tenha avançado significativamente nos últimos anos, ainda há muito trabalho a ser feito até que seja possível imprimir órgãos complexos, como o coração e o pulmão, e colocá-los em seres humanos. 

Contudo, mesmo que ainda haja muito trabalho a ser feito, a bioimpressão 3D já tem muitas aplicações na medicina, incluindo pesquisa, simulação de procedimentos cirúrgicos e testes de drogas.

Entenda o processo de bioimpressão 3D

A princípio, o processo de bioimpressão 3D envolve várias etapas, desde a obtenção de uma imagem tridimensional do órgão ou tecido a ser impressos, até a solidificação final da estrutura.

Mas, para ficar claro como esse processo funciona, veja um resumo passo a passo deste processo:

  • Imagem 3D: a primeira etapa é obter uma imagem tridimensional do tecido ou órgão a ser impressos, sendo geralmente feita por meio de uma tomografia ou ressonância magnética.
  • Modelagem 3D: em seguida, essa imagem é transformada em um modelo virtual usando software CAD. Esse modelo virtual é baseado nas informações e texturas da estrutura tridimensional.
  • Fatiamento: o próximo passo é o fatiamento, que é feito usando um software chamado Slicer. Esse software determina as coordenadas da impressão 3D.
  • Preparação da Biotinta: a biotinta é o material que será usado para imprimir o tecido ou órgão. É feita geralmente a partir de hidrogel, um material biocompatível e biodegradável.
  • Solidificação: por fim, a impressora 3D constrói a estrutura camada por camada. À medida que o material é construído, ele vai se solidificando e se misturando. Esse processo é chamado de reticulação, e pode ser auxiliado por luz UV, produtos químicos ou calor.

Por isso, nós da RedFox acreditamos que a tecnologia combinada com uma excelente ideia e orquestrada por um método eficiente, pode nos levar muito mais longe.

Dessa forma, nós impulsionamos a transformação digital e a inovação aplicando as metodologias ágeis, contando com uma equipe altamente capacitada. 

Já entregamos mais de 80 projetos com sucesso e geramos mais de R$1 bilhão em receita adicional para nossos clientes. Se você deseja potencializar seus projetos e negócios, entre em contato conosco e experimente o diferencial da RedFox.

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Saúde baseada em valor: acesso à saúde de qualidade para todos https://redfox.tech/blog/saude-baseada-em-valor/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=saude-baseada-em-valor https://redfox.tech/blog/saude-baseada-em-valor/#respond Thu, 02 Feb 2023 14:20:33 +0000 https://redfox.tech/blog/saude-baseada-em-valor/ A princípio, a saúde baseada em valor é uma nova abordagem na prestação de serviços de saúde, que foca em melhorar a prestação de cuidados ao paciente por um valor justo.  Assim, em vez de remunerar profissionais com base no volume...

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A princípio, a saúde baseada em valor é uma nova abordagem na prestação de serviços de saúde, que foca em melhorar a prestação de cuidados ao paciente por um valor justo

Assim, em vez de remunerar profissionais com base no volume de procedimentos realizados, essa nova abordagem valoriza a qualidade dos serviços prestados e o bem-estar do paciente. 

Dessa forma, ela incentiva a prevenção de doenças, o tratamento mais eficaz e a colaboração entre profissionais de saúde e pacientes. 

Então, a saúde baseada em valor foca na melhora da qualidade dos serviços e na eficiência do sistema de saúde, para melhorar a experiência do paciente.

Vamos entender em detalhes o que é e como funciona essa nova abordagem nos serviços de saúde, acompanhe.

O que é saúde baseada em valor?

A Saúde baseada em valor é um modelo de gestão e remuneração em saúde que busca maximizar a geração de valor para o paciente, considerando a relação entre os resultados clínicos e os custos para produzi-los. 

Essa abordagem valoriza a qualidade dos serviços de saúde e a experiência do paciente, diferentemente de outros modelos que se concentram no volume de serviços prestados. O objetivo é fornecer cuidados de saúde eficientes e de alta qualidade aos pacientes.

E para isso, essa abordagem se baseia em evidências clínicas, dados e tecnologias da informação, para permitir uma decisão mais eficiente e baseada em dados sobre os tratamentos mais eficazes para cada paciente. 

💡Saiba mais: Big Data e saúde: a solução para mitigar erros e poupar vidas

Desse modo, é possível aprimorar a qualidade dos resultados dos tratamentos, além de promover a satisfação do paciente e a eficiência dos sistemas de saúde.

Dessa forma, a saúde baseada em valor incentiva a prestação de cuidados médicos mais personalizados, com base nas necessidades específicas de cada paciente, valorizando a equipe médica por seu desempenho e resultados, ao invés de quantidade de procedimentos realizados.

Além disso, essa abordagem melhora a qualidade dos cuidados médicos, aumenta o engajamento do paciente e reduz os custos assistenciais. 

Portanto, a saúde baseada em valor é uma abordagem centrada no paciente, buscando oferecer cuidados de saúde mais eficientes, eficazes e personalizados, promovendo a qualidade dos resultados e a satisfação dos pacientes, além de garantir a utilização mais consciente dos recursos do sistema de saúde.

💡Saiba mais: Customer centric: 5 maneiras de otimizar a satisfação do cliente

Entenda a diferença entre saúde baseada em valor e saúde baseada em serviços

Saúde

A medicina baseada em serviços se concentra na quantidade de procedimentos realizados, enquanto a saúde baseada em valor se concentra na qualidade dos resultados clínicos e na experiência do paciente.

A saúde baseada em serviços tem dois modelos de remuneração: o retrospectivo e o prospectivo

No modelo retrospectivo, o médico só é remunerado após ter prestado o serviço médico. Neste modelo, o custo é calculado após a realização dos procedimentos médicos, com base nos registros e nas faturas geradas. 

O problema é que o médico pode realizar mais procedimentos e testes do que o necessário, aumentando os custos e diminuindo a qualidade dos serviços prestados.

Já no modelo prospectivo, as remunerações são fixas e independentes do volume de serviços realizados. Neste modelo, o médico é pago por período, independentemente da quantidade de pacientes atendidos ou procedimentos realizados. 

O problema do modelo prospectivo é que pode desestimular o médico de realizar todos os procedimentos necessários e oferecer um serviço de qualidade aos pacientes. 

Ambos os modelos são problemáticos em relação à qualidade dos serviços de saúde e experiência do paciente, mas a saúde baseada em valor resolve esses problemas, pois a prestação de serviços está diretamente ligada à qualidade dos serviços prestados. 

Isso incentiva os médicos e as instituições de saúde a se concentrarem em resultados clínicos excelentes e na melhoria da experiência do paciente, ao invés de simplesmente realizar mais atendimentos.

Além disso, a saúde baseada em valor considera o custo total dos cuidados de saúde para o paciente, incluindo o custo dos procedimentos, medicamentos e outros recursos, e avalia se o custo justifica a qualidade dos resultados. 

Assim, é possível controlar os custos dos serviços de saúde e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade dos cuidados de saúde, o que irá impulsionar a experiência do paciente.

Principais desafios deste modelo para o sistema de saúde

De fato, a saúde baseada em valor é um modelo bastante atraente para o sistema de saúde, visto que pode reduzir custos e melhorar a experiência do paciente.

Entretanto, este modelo oferece desafios em sua implementação, sendo eles:

  • Aumentar a transparência: uma das maiores barreiras para implementar a saúde baseada em valor é a falta de transparência entre médicos e pacientes. A falta de informações pode levar a decisões equivocadas, então é fundamental tornar o processo mais transparente para melhorar a relação entre médico e paciente e evitar transtornos.
  • Indicadores de qualidade: o sistema de saúde precisa ter informações sobre a qualidade dos serviços para conseguir avaliar o seu valor. É necessário criar sistemas de informação que possam agregar dados sobre óbitos, custos e resolubilidade para medir o valor em saúde.
  • Consenso sobre o conceito de valor em saúde: é importante que todos do setor da saúde cheguem a um consenso sobre o conceito de valor em saúde para garantir uma implementação bem-sucedida do modelo.
  • Integração de diferentes sistemas de informação: muitas vezes os dados sobre saúde estão dispersos em diferentes fontes, dificultando a obtenção de uma visão abrangente da qualidade dos serviços. Sendo assim, é necessário integrar os sistemas de informação para obter uma visão completa e precisa do valor em saúde.
  • Mudanças culturais: a saúde baseada em valor representa uma mudança significativa na forma como a saúde é prestada e avaliada, e requer uma mudança cultural das instituições de saúde.
  • Dificuldade na avaliação do valor em saúde: é difícil avaliar o valor em saúde, uma vez que o conceito é complexo e depende de vários fatores, como os resultados, os custos e a satisfação dos pacientes. Então, é necessário encontrar maneiras de avaliar o valor de forma objetiva e precisa.

Quais são os benefícios da saúde baseada em valor?

Saúde baseada em valor

A saúde baseada em valor traz vantagens para equipe médica, sistema de saúde e pacientes. 

Os benefícios para a equipe médica é ser recompensada pelo seu desempenho, diminuindo a sobrecarga de atendimentos, ajudando-os a oferecer serviços mais qualificados. Para o sistema de saúde, melhora a eficiência hospitalar, governança clínica, reduz internações e custos.

E para os pacientes, há mais conforto, custos reduzidos, redução de internações, atendimento mais preventivo e focado em sua saúde. Veja os 5 principais benefícios da saúde baseada em valor:

  1. Maior satisfação dos pacientes: o foco na resolução dos problemas de saúde e no bem-estar dos pacientes, ao invés de apenas realizar muitos procedimentos, tende a aumentar a satisfação das pessoas com o tratamento.
  2. Serviços mais qualificados: a priorização da qualidade do atendimento resulta em serviços mais eficientes e satisfatórios para os pacientes.
  3. Redução de custos: ao dar mais importância à prevenção, à saúde baseada em valor tende a reduzir os gastos com tratamentos, internações e outros procedimentos.
  4. Eficiência hospitalar: quando os recursos são utilizados de forma mais racional, a eficiência dos hospitais tende a aumentar.
  5. Governança clínica: a adoção de uma gestão mais focada no bem-estar dos pacientes, acompanhada de auditorias clínicas rigorosas, resulta em padrões de excelência no atendimento, uso racional dos recursos e redução de internações.

Em resumo, a saúde baseada em valor é uma abordagem eficiente e efetiva, que busca garantir resultados positivos na saúde dos pacientes, reduzindo custos e aumentando a satisfação dos pacientes. Ao colocar em prática esse modelo, toda a cadeia de saúde pode se beneficiar.

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Futuro da saúde: veja o que muda na saúde até 2040 https://redfox.tech/blog/futuro-da-saude/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=futuro-da-saude https://redfox.tech/blog/futuro-da-saude/#respond Mon, 23 Jan 2023 18:16:04 +0000 https://redfox.tech/blog/futuro-da-saude/ O futuro da saúde está à beira de uma disrupção em larga escala, é o que afirma as análises da empresa Deloitte, uma das maiores organizações de consultoria e auditoria do mundo, referência na oferta de soluções integradas.  Assim, essa disrupção...

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O futuro da saúde está à beira de uma disrupção em larga escala, é o que afirma as análises da empresa Deloitte, uma das maiores organizações de consultoria e auditoria do mundo, referência na oferta de soluções integradas. 

Assim, essa disrupção se dará por meio de dados interoperáveis, plataformas abertas e seguras e cuidados centrados no paciente, levando a mudanças significativas que impulsionarão os resultados do setor.

Portanto, diante da vulnerabilidade a mudanças e da necessidade de uma transformação estrutural e tecnológica, evidenciadas pela Covid-19, espera-se para o futuro da saúde que o compartilhamento de dados, a interoperabilidade, o acesso equitativo, o empoderamento do paciente, a mudança de comportamento e o avanço científico, impulsionem as transformações necessárias na saúde.

A empresa de consultoria, Deloitte, afirma que até 2040 a assistência médica como a conhecemos hoje não existirá mais! Embora não haja a probabilidade de erradicar as doenças, ela garante que: “por meio da ciência, dados e tecnologia, conseguiremos identificá-la mais cedo, intervir proativamente e entender melhor a sua progressão, ajudando os pacientes a manter o seu bem-estar de maneira mais eficaz e ativa.

E ainda, o impulsionamento gerado pela maior conectividade de dados, das plataformas interoperáveis e o maior envolvimento do paciente, fará surgir 10 arquétipos que substituirão e redefinirão os papéis tradicionais das ciências da vida e dos cuidados de saúde.

Os 10 arquétipos que definirão o futuro da saúde

No futuro da saúde esses 10 arquétipos, ficaram subdivididos em três categorias distintas, porém interligadas, sendo elas:

  • Dados e plataformas: os arquétipos deste grupo, serão a infraestrutura fundamental que formará a espinha dorsal do ecossistema de saúde de amanhã, segundo a Deloitte. Eles irão gerar os insights para a tomada de decisão. E o resto será construído a partir dos dados e plataformas que sustentam a saúde centrada no paciente.
  • Bem-estar e prestação de cuidados: neste grupo, os arquétipos estarão mais focados na saúde dos três agrupamentos, compostos por instalações de atendimento e comunidades de saúde, virtuais e físicas, fornecendo cuidados e bem-estar ao paciente.
  • Habilitação de cuidados: este grupo será composto por arquétipos conectores, financiadores e reguladores que fazem o “motor” do setor funcionar.

A Deloitte ressalta ainda que essas categorias precisam funcionar de forma integrada para que o ecossistema de saúde do futuro possa funcionar a todo vapor. 

saúde do futuro

Os 10 arquétipos subdivididos nesta categorias, segundo artigo publicado no site da Deloitte, são:

1 Convocador de dados 

Começando pelos arquétipos da categoria Dados e Plataformas, o convocador de dados, são organizações de coleta de dados que terão um modelo econômico construído em torno da agregação e armazenamento de dados individuais, populacionais, institucionais e ambientais. Entretanto, eles também promoverão a interoperabilidade e ajudarão a garantir a privacidade/segurança. 

💡Saiba mais: Big Data e saúde: a solução para mitigar erros e poupar vidas

2 Mecanismo de ciência e insights 

Sobretudo, essas organizações realizarão pesquisas, irão desenvolver ferramentas analíticas e gerar percepções de dados que vão muito além das capacidades humanas na prestação de cuidados, e serão fundamentais no futuro da saúde.

3 Construtor de infraestrutura de dados e plataforma 

Os construtores de infraestrutura de dados e plataformas vão desenvolver e gerenciar a infraestrutura de saúde para conectar pacientes e os stakeholders, definindo padrões para os componentes da plataforma.

E os arquétipos da categoria Bem-estar e prestação de cuidados, são:

4 Desenvolvedor de produtos para saúde 

Os desenvolvedores de produtos de saúde fortalecerão o ecossistema de saúde no futuro da saúde, desenvolvendo e fabricando produtos de bem-estar e cuidados, de aplicativos a medicamentos. Embora as organizações que desenvolvem produtos ainda continuem a existir, esses produtos não estarão limitados a produtos farmacêuticos e dispositivos médicos. Mas, eles também incluirão software, aplicativos e produtos de bem-estar.

5 Comunidade de saúde centrada no consumidor

A princípio, juntamente com as empresas que desenvolvem produtos para a saúde, outras organizações fornecerão a estrutura que dá suporte às comunidades virtuais. Dessa forma, agentes de saúde centrados no paciente fornecerão cuidados virtuais e personalizados aos pacientes, alavancando a comunidade para encorajar a mudança de comportamento e promovendo a conscientização do paciente e médico responsável.

6 Operadora de atendimento especializado

Independente dos avanços que o futuro da saúde nos reserva, ainda sim teremos doenças para tratar. Então, significa que ainda precisaremos de prestadores de cuidados especializados e instalações altamente especializadas onde esses pacientes possam receber atendimento. Assim, operadores de cuidados especializados fornecerão cuidados essenciais e intervenções quando os cuidados domiciliares forem insuficientes.

7 Centro de saúde localizado

Embora haja alguns cuidados especializados, a maioria dos cuidados de saúde será provavelmente prestada em centros de saúde localizados. Centros de saúde localizados servirão como centros de educação, prevenção e tratamento em um ambiente de varejo. Além disso, os hubs locais irão conectar os pacientes a provedores de bem-estar virtuais, domésticos e auxiliares.

E por último, os arquétipos da categoria Habilitação de cuidados, são:

8 Conectores e intermediários 

Esses são os provedores de logística que executarão a cadeia de suprimentos just-in-time, facilitando as operações de aquisição de dispositivos e medicamentos, levando o produto ao paciente.

9 Financiador individualizado

No futuro da saúde, ao contrário das seguradoras de saúde de hoje, essas organizações vão criar produtos financeiros que serão usados para administrar os cuidados de saúde, levando a reduções nos custos de atendimento ao alavancar modelos de risco avançados, incentivos ao paciente, gerando maior poder de mercado.

10 Regulador

No futuro da saúde ainda teremos reguladores, provavelmente não os veremos como os guardas de trânsito. Pois, eles definirão os padrões de como os negócios são realizados, influenciando as políticas para catalisar e impulsionar a inovação, ao mesmo tempo em que promovem a segurança pública e do paciente

Essas mudanças estão previstas para até 2040, porém a Deloitte ressalta que as transformações que ocorrerão daqui a 21 anos, já estão sendo feitas hoje. E que cabe a cada instituição rever os seus processos, digitalizá-los e repensar a forma como presta os seus serviços ao paciente.

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A princípio, se você já ouviu falar de Omnichannel, sabe que a adoção desta estratégia tem levado grandes organizações a aumentar a satisfação dos seus clientes, gerando aumento nas vendas e maior probabilidade de fidelizar o consumidor.

Entretanto, esta não é uma estratégia simples de ser implementada, para funcionar é preciso uma mudança completa em toda a estrutura da empresa e na sua cultura organizacional.

Afinal, a estratégia Omnichannel não se resume apenas na implementação dos canais de vendas, embora este seja o pilar da estratégia. 

Ao passo que você for lendo este conteúdo e entendendo a diferença entre conceitos semelhantes como Multichannel, Cross Channel e Single Channel, verá que integrar os mais diversos canais de comunicação da empresa com o consumidor, é só uma parte desta estratégia.

Portanto, acompanhe a leitura para entender mais sobre a estratégia Omnichannel e como implementá-la em seu business para aumentar as suas vendas e se preparar para o futuro.

O que é omnichannel?

O omnichannel é uma estratégia de vendas, que visa integrar diferentes meios de comunicação/divulgação para oferecer ao cliente uma experiência unificada. Assim, ele pode alternar entre um canal e outro e ainda, sim, obter qualidade, consistência e integração no atendimento.

Dessa forma, o cliente pode pesquisar produtos/serviços no site, tirar dúvidas no Facebook, comprar no Whatsapp e retirar na loja. Como resultado, a jornada de compra do cliente flui sem interrupções, e reduz as barreiras que inibem a decisão de compra.

Alguns exemplos de canais incluem mídias sociais (Facebook, Instagram, Youtube, etc.), aplicativos, lojas físicas, site, centrais de atendimento (call centers), autoatendimento, equipe de vendas, etc.

A estratégia bem sucedida de omnichannel acontece quando o cliente não sente diferença em contatar a empresa entre um canal e outro, ficando à vontade para migrar entre os canais que lhe for mais conveniente para fechar a sua compra ou realizar qualquer outra solicitação do seu interesse.

Entenda a diferença entre Omnichannel, Multichannel, Cross Channel e Single Channel

Omnicanal

Agora que você está a par do que se trata o termo Omnichannel, é preciso entender a diferença entre alguns termos que parecem semelhantes e podem gerar confusão, que pode levá-lo a aplicar a estratégia errada.

Então, vamos conferir a diferença entre eles, acompanhe.

Single Channel

A estratégia Single Channel foca em um único canal de venda! Não há outra opção, é por ali que o cliente compra, interage com a empresa e recebe o seu produto/serviço.

Multichannel

O Multichannel ou Multicanal, trata-se de uma estratégia que engloba vários canais de venda, como o e-commerce, lojas físicas, aplicativo entre outros. 

A grande diferença do Multichannel para Omnichannel é a integração entre os canais, que operam de forma independente nesta estratégia. 

Cross Channel

O Cross Channel permite cruzar informações entre os canais de venda, consentindo que o cliente compre online e retire na loja ou receba um cupom de desconto por e-mail e utilize na loja.

Então, podemos dizer que Cross Channel faz parte da estratégia Omnichannel. Porém, isoladamente essa estratégia não garante a integração, que é requisito obrigatório para a estratégia Omni.

Por que implementar uma estratégia Omnichannel?

O avanço tecnológico permitiu a democratização da internet, que em seus primórdios era algo elitizado e possuía uma conexão de escada que funcionava sobre “milagre”. Nesta época não existia vida online, apenas offline!

Com o tempo houve melhorias significativas, que nos permitiu não só melhorar a velocidade e estabilidade da rede, mas acessar a internet de um celular de qualquer lugar e a qualquer momento

Obviamente, esse avanço mudou por completo não apenas o nosso estilo de vida, como também o nosso comportamento de consumo.

Atualmente é difícil conhecer alguém que não tenha um smartphone, que não esteja engajado em alguma mídia social e que não faça pesquisas no Google para sanar alguma dúvida, ou encontrar uma solução para uma necessidade/desejo.

Assim, o cliente se habitou a encontrar tudo o que precisa na internet, desde relacionamentos a pedidos de pizza, estando conectado a diversos meios de comunicação simultaneamente.

Então, é natural que ele espere que as marcas estejam conectadas aos mesmos canais que ele utiliza, e que haja uma consistência entre eles. De acordo com uma pesquisa recente da Manhattan Associates, 77% consumidores esperam por uma experiência Omnichannel. 

Portanto, a omnicanalidade é uma tendência que se fortalecerá nos próximos anos, porque se trata de uma evolução das demais estratégias, proporcionando muito mais comodidade, praticidade e rapidez para o consumidor.

Além disso, essa estratégia é benéfica para empresa que pode concentrar todas as suas estratégias comerciais, logísticas, marketing, etc., em um omnicanal. 

Ao invés de ter uma estratégia para cada canal de venda, que reduz o esforço, simplifica a gestão, reduz custos e diminui a demanda de contratação.

3 vantagens da estratégia Omnichannel

Omnichannel

A estratégia Omnichannel é complexa e de difícil implementação, porque envolve uma mudança estrutural e cultural na organização. 

Mas, o esforço que essa estratégia exige vale muito a pena, porque os resultados que a empresa pode obter da omnicanalidade são os mais diversos. 

Neste tópico, você vai conhecer os 3 principais resultados da implementação dessa estratégia em seu business, confira:

1º Melhora a experiência do cliente

Atualmente o consumidor avalia muito mais a experiência do que o preço! Isso é o que afirma o relatório The Experience Impact, divulgado pela Merkle em 2019, onde 66% dos consumidores disseram que se preocupam mais com a experiência do produto ou serviço, do que com o preço. 

Portanto, oferecer uma experiência ótima para o cliente é o mínimo que uma marca pode fazer, se quiser fechar negócio com ele e, posteriormente, fidelizá-lo e torná-lo embaixador da marca.

Por isso, a estratégia Omnichannel é indispensável, porque ela pode melhorar significativamente a experiência do cliente. Pois, oferece facilidade para o cliente comprar, rastrear, receber e até mesmo devolver o produto/serviço, caso necessite.

💡 Saiba mais: Experiência no metaverso vai disruptar o futuro – Entenda porquê

2º Aumento nas vendas e da lembrança de marca

A lógica do conceito Omnichannel em trabalhar em diversas frentes de forma integrada, aumenta a visibilidade da marca e a sua reputação. Visto que ela “está em todo lugar”, e se comporta de forma única e consistente em qualquer meio.

Pois, como vimos ao longo deste conteúdo, o cliente pode navegar entre os canais que lhe for mais conveniente, iniciando a sua compra em um canal e terminando em outro. Com a garantia de que a marca saberá exatamente quem ele é e do que precisa, independentemente do canal escolhido.

Dessa forma, aplicando a estratégia Omnichannel, o cliente não precisa reiniciar um processo de inserção de dados se já os forneceu em outro canal, ou repetir a sua solicitação a cada canal que decidir entrar em contato.

Isso facilita o processo de compra, não irrita o cliente e o deixa satisfeito, levando-o a divulgar sua marca para as pessoas do seu convívio, devido à experiência positiva que obteve.

💡Saiba mais: Customer Success: conheça o segredo para alcançar o top of mind

3º Coleta de dados sobre o seu cliente

A princípio, quanto mais conhecimento você tiver sobre o seu cliente, melhor! Pois, com esse conhecimento você consegue traçar estratégias de marketing e criar campanhas publicitárias de forma mais assertiva. 

E ainda, com esses dados a sua equipe de vendas pode tirar insights importantes para lidar com as objeções do cliente e conduzi-lo à compra.

Esse é mais um dos resultados/vantagens da estratégia Omnichannel, que pela quantidade de canais utilizados e integrados, oferecem uma grande quantidade de dados sobre o seu público.

Dessa forma, a compilação de todos esses dados, que incluem informações sobre o histórico de compras, informações de cookies e demais interações com a marca, dão um panorama demográfico e comportamental do seu cliente.

Assim, você pode usar esses dados para personalizar a jornada de compra do cliente e criar produtos/serviços mais alinhados ao perfil do seu público. 

Também, pode ficar por dentro das tendências do comportamento do consumidor, que pode ajudá-lo a alinhar as suas estratégias de marketing e melhorar a comunicação da marca com o consumidor.

Os principais desafios para implementar a estratégia omnichannel

Omnicanal

A implementação bem sucedida da estratégia Omnichannel depende de alguns fatores importantes como:

  • Cultura organizacional
  • Tecnologia
  • Personalização da experiência do cliente.

Estes são os principais desafios que o executivo irá enfrentar ao planejar a omnicanalidade, confira a seguir mais detalhes sobre cada um desses desafios.

Cultura organizacional despreparada

A cultura organizacional como você sabe é responsável por estimular atitudes e comportamentos, por meio da missão, visão e valores da empresa, que influenciam o clima organizacional.

Por isso, para a estratégia Omnichannel dar certo é preciso repensar a cultura organizacional, pois toda a estratégia corporativa deverá ser centrada no cliente e em suas necessidades.

Assim, todos, do estratégico ao operacional, precisarão ser estimulados a “vestir o calçado do cliente”, indo muito além da venda, sendo proativo em relação às suas necessidades, acolhendo-o, independente se iniciou o seu atendimento em outro canal. 

Enfim, as necessidades do cliente deverão nortear a conduta de todos da organização, e para isso será necessário redefinir a sua cultura organizacional.

💡Saiba mais: Cultura centrada no cliente: O segredo para atrair e vender mais

Caso contrário, corre-se o risco de haver incoerência na conduta dos profissionais e disparidade de valores do produto/serviços entre os diversos canais de venda, só para citar alguns dos problemas de uma cultura organizacional despreparada para a estratégia Omnichannel.

Problema de integração tecnológica

A integração tecnológica é parte essencial da estratégia Omnichannel, representando um grande desafio para as organizações. Devido ao custo de investimento em softwares, que permitem a integração entre sistemas importantes como ERP, CRM, BI e outros sistemas de TI. 

A falta dessa integração impedirá o cruzamento dos dados coletados entre os canais de venda, fazendo com que o cliente precise repetir sua solicitação caso escolha outro canal para finalizar a sua compra, ou resolver algum problema.

Além disso, o Omnichannel exige soluções para gerenciar os dados coletados dos múltiplos canais de vendas, para evitar duplicidade de informações e/ou falha na comunicação entre as áreas.

Assim que a solução de integração e gestão de dados for implementada, é preciso acompanhar de perto o seu funcionamento para se certificar de que não há problemas na integração, e se houver que possa ser corrigido o mais depressa possível.

Dificuldades na personalização da experiência

De fato, já é não fácil padronizar o atendimento nos múltiplos canais de vendas, com a personalização esse desafio torna-se ainda maior. 

Por isso, a integração tecnológica é crucial, não só porque é a peça chave da estratégia Omnichannel. Mas, porque a centralização dos dados de todos os canais em uma única solução tecnológica, permitirá avaliar as interações em cada canal. E a partir disso, criar perfis para atender o cliente segundo as suas características comportamentais.

Sem esses dados, temos informações muito vagas sobre quem é o nosso cliente, quais são os seus hábitos, qual é a sua idade, classe social, quais canais mais utiliza e assim por diante.  

Sendo assim, podemos escolher os canais, abordagem de vendas, linguagem e identidade visual erradas, e os dados podem nos revelar isso.

Você quer estar entre as marcas mais conceituadas do mercado? Eu acredito que sim, e lhe digo que isso é totalmente possível. Porém, é um processo difícil e vai exigir esforço, decisões importantes e alguns sacrifícios. Mas, no final a recompensa será o crescimento exponencial do seu business!

Então, tome a sua primeira decisão importante. Entre em contato com a RedFox e inicie HOJE esse ciclo de mudanças e prosperidade, a decisão está em suas mãos.

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A princípio, entender a jornada digital do cliente é fundamental para suprir suas necessidades e garantir a sua satisfação

Porque, sem esse entendimento a marca pode criar uma primeira impressão desagradável aos olhos do consumidor e perder vendas.

Ao navegar pela web na tentativa de comprar uma solução, o consumidor normalmente busca conhecer melhor não só o produto/serviço, ele pesquisa também sobre a empresa, a fim de certificar que ela é idônea. 

E para isso, o cliente usa recursos como: comentários listados abaixo do produto, sites de reclamação, redes sociais, etc. 

Além disso, se o site da empresa oferecer uma péssima experiência de navegação, como demora no carregamento, falta de responsividade, sendo pouco intuitivo, com informações confusas e aparência desagradável, levará o cliente a abandonar o site e buscar alternativas na concorrência

Esta etapa inicial da jornada digital é essencial para conquistar o cliente, e mesmo que ele não compre, a empresa deve criar uma ótima primeira impressão, oferecendo uma experiência agradável, para que ele se lembre da sua marca e se torne um comprador futuramente.

Neste artigo, você vai conferir 6 dicas sobre como melhorar a jornada digital do cliente, para que você não só feche mais vendas, mas também alcance o top of mind, vamos juntos?

06 dicas para aperfeiçoar  a jornada digital do cliente

À primeira vista, dificilmente um cliente volta a comprar ou indicar uma empresa que não proporciona uma boa experiência na jornada digital ou física, concorda comigo?

Uma empresa que não se importa com as necessidades do cliente e oferece um péssimo suporte, são mal faladas por outras pessoas e são rapidamente trocadas por empresas que encantam os seus clientes. 

Portanto, para melhorar a jornada digital do cliente é preciso mapear cada uma das etapas que levam a efetivação da compra, considerando também o pós-venda, e realizar ajustes ou mudanças completas para melhorar a experiência do cliente

Portanto, veja a seguir 6 dicas para te ajudar a estruturar a jornada do seu cliente, com o intuito de melhorar a sua experiência, confira.

1º  Planeje criteriosamente o site da empresa

Jornada do cliente

A primeira coisa para melhorar a experiência do cliente em sua jornada digital, é realizar uma análise geral do site da marca e buscar por melhorias, lembrando de fazer isso de tempos em tempos para manter-se alinhado às necessidades do cliente.

Porque, se o site da empresa é feio e lento, pode levar o usuário a abandonar a página e buscar o que procura em outro site. Segundo pesquisas, se um site demorar mais de 03 segundos para carregar, cerca de 40% dos consumidores abandonam a página.

O site da empresa é a base para toda a experiência da jornada digital do cliente, ele é como a loja física da sua empresa, só que virtual. Certamente, se a sua loja física não tiver eletricidade, cuidados com a limpeza e a organização, e suporte para o cliente se orientar entre as opções, ele irá passar longe do seu negócio.

O mesmo acontece com o site da sua empresa, então gaste algum tempo planejando o seu site, ofereça informações claras, seja simples e eficaz! 

Porque ao pesquisar um produto ou informação no Google, é o site da empresa que vai aparecer para esse cliente! Sendo assim, ele deve estar impecável para recebê-lo.

💡Saiba mais: Jornada do cliente: entenda como funciona e como estruturar

Existem sistemas de análise de dados como o Google Analytics para sites em geral, que ajudam nesse processo de avaliação, que podem dar insights interessantes sobre o comportamento do consumidor em seu site. 

Dessa forma, você pode pautar o seu planejamento nos dados dessa ferramenta, que irão ajudá-lo a construir um site que agrade ao usuário e promova o sucesso da jornada digital do seu cliente.

2º Comunicação fácil e integrada

Jornada digital

Em sua jornada digital seja prático, não dificulte as coisas para o cliente ou ele irá rapidamente desistir da compra. Sendo assim, ofereça uma comunicação integrada, Omnichannel, entre os meios de comunicação da marca

Muitas empresas tratam os seus canais de comunicação de forma individual, isto é, em um, a comunicação é A, no outro é B e em outro é Y, além disso, impedem o cliente de dar continuidade em seu processo de compra em canais diferentes.

Este é um erro crasso, sendo um dos motivadores de centenas de reclamações e desistências de compra, que faz você perder dinheiro!

Portanto, se você deseja potencializar a experiência do cliente em sua jornada digital, além  de disponibilizar diversos meios de comunicação, ofereça uma comunicação única para todos esses canais e permita que o consumidor possa começar a sua compra no site e terminar no Whatsapp, por exemplo. Também, permita que ele compre no site e possa retirar na loja. 

O cliente deve se sentir abraçado, por meio de um interesse genuíno em recebê-lo, ouvi-lo e ajudá-lo, independente do canal que escolheu!

3º Chatbots são maneiros, mas gosto de humanos

Jornada de compra

Primeiramente, não coloque 100% do seu atendimento em chatbots, abra espaço para o consumidor falar com um representante da empresa, não dificulte essa interação do cliente com a marca. Nós somos seres sociáveis, gostamos de humanos e não de máquinas!

Sem dúvidas os chatbots são bem legais e economizam algum tempo da empresa e do consumidor ao sanar dúvidas mais simples e rotineiras com poucos cliques. 

Os chatbots são robôs, com Inteligência Artificial (IA), programados para oferecer respostas rápidas e objetivas ao cliente, podendo esclarecer dúvidas sobre prazos, política de devolução, formas de pagamentos, entre outras dúvidas.

De certo modo, isso ajuda na jornada digital, visto que o cliente não precisa ligar para uma central de atendimento, mandar um e-mail ou recorrer a algum outro meio que tomaria o seu tempo para saber algo simples. 

Contudo, a empresa deve buscar o equilíbrio, os chatbots são programados para responder perguntas mais básicas, esses atendentes robóticos não conseguem responder perguntas mais complexas.

Por isso, o cliente deve ter sempre a opção de falar com um atendente, acabamos de falar sobre isso no tópico anterior. Então, coloque-se no lugar do seu cliente ao programar o seu chatbot, se fosse você comprando gostaria que essa função fosse delegada a um atendente robótico, ao invés de um humano?

4º Identifique como a concorrência está trabalhando a jornada digital do cliente

Jornada digital

É totalmente válido e recomendado, buscar inspiração na concorrência e ver o que eles estão fazendo para melhorar a jornada digital do seu cliente, isso se chama Benchmarking

No entanto, não estou falando de copiar o método da concorrência e sim aprender com eles, aprimorar e aplicar ao seu negócio criando um método totalmente novo, a partir de um já existente.

Então, selecione alguns concorrentes do seu nicho, três é o suficiente, acompanhe-os através dos seus meios de comunicação como rede social, site e outros. Obtenha alguns insights, anote suas melhores estratégias e faça uma adaptação para o seu negócio.

Entretanto, analise com cuidado, nem tudo o que funciona para os seus concorrentes pode funcionar para o seu business. Portanto, faça uma triagem das estratégias, realize testes e conforme os resultados defina aquilo que funciona para a jornada digital do seu cliente.

5º Não deixe de questionar o consumidor para ter sucesso na jornada digital

Jornada de compra

Sobretudo, é importante coletar feedbacks do cliente para saber, exatamente, qual é o seu nível de satisfação. Isso é muito valioso, porque o consumidor pode dar insights exclusivos em termos de melhorias sobre a jornada digital. 

A maioria das empresas usa o Net Promoter Score (NPS), que mensura a satisfação e fidelidade dos consumidores. Este indicador separa os seus clientes em três categorias: promotores, detratores e neutros.

Assim, caso o indicador NPS aponte mais detratores e/ou neutros, indica que a empresa precisa avaliar o que está causando este resultado e realizar melhorias e/ou mudanças urgentes.

Além disso, você pode criar formulários do próprio Google, se preferir, para que o cliente possa escrever suas opiniões, reclamações, sugestões, elogios, etc.

6º Alie-se tecnologia para melhorar a jornada digital do cliente

Jornada digital

De fato, a tecnologia está presente em tudo, inclusive nas dicas que passei para você, como:

  • O site da empresa, que sustentará toda a estratégia de vendas online.
  • A análise de dados, que nos permite obter informações importantes para melhorar as estratégias da jornada digital do cliente.
  • Os chatbots, que facilitam o esclarecimento de dúvidas simples – mas devem ser usados com cautela.
  • As plataformas de comunicação, que dão à empresa poder de onipresença, ampliando as oportunidades de negócios.
  • A internet em si, que lhe permite ficar a par das estratégias da concorrência.

Sem dúvida, as tecnologias podem turbinar o seu business, caso você adote as estratégias corretas, que incluem colocar o cliente no centro do seu negócio com objetivo de atender às suas necessidades, melhorar a experiência em sua jornada digital e estimular a sua decisão de compra.

Junte-se a nós, somos especialistas em inovação, transformação digital, negócios e tecnologia, com os nossos métodos você pode obter resultados surpreendentes, porque outras empresas como Nestlé, MaterDei, Alper entre outras, também obtiveram.

Entre em contato e agende uma reunião.

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Tecnologia vestível ajuda pacientes com doenças crônicas https://redfox.tech/blog/tecnologia-vestivel/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tecnologia-vestivel https://redfox.tech/blog/tecnologia-vestivel/#respond Thu, 12 Jan 2023 20:28:28 +0000 https://redfox.tech/blog/tecnologia-vestivel/ A tecnologia vestível é usada por 33% dos brasileiros, que têm pelo menos um dispositivo de tecnologia de saúde vestível, segundo a Cisco AppDynamics. Ainda de acordo com o relatório da Cisco, 86% planejam aderir essa tecnologia nos próximos 12 meses....

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A tecnologia vestível é usada por 33% dos brasileiros, que têm pelo menos um dispositivo de tecnologia de saúde vestível, segundo a Cisco AppDynamics. Ainda de acordo com o relatório da Cisco, 86% planejam aderir essa tecnologia nos próximos 12 meses.

As pessoas passaram a enxergar a tecnologia wearable não apenas como um meio de monitorar a sua saúde física. Conforme o estudo da Cisco, 89% dos brasileiros desejam utilizar tecnologias de saúde, incluindo wearables, para monitorar e controlar condições de saúde crônicas ou contínuas.

O relatório revela ainda que 78% das pessoas no país admitem que se tornaram cada vez mais dependentes da tecnologia para ajudar em quaisquer condições médicas. Os dados são de 2022, divulgados pela empresa Eu Capacito

Assim, com a estimativa de crescimento da tecnologia vestível, tendo já uma parte da população brasileira adepta a essa tecnologia, como as instituições de saúde podem tirar proveito dessa tendência para melhorar a sua capacidade de cuidado?

Vamos entender neste artigo como a tecnologia wearable pode ajudar as instituições de saúde a acompanhar e cuidar de pacientes com doenças crônicas, e como isso pode melhorar a sua qualidade de vida.

O que é Tecnologia Vestível?

A tecnologia vestível, também conhecida pelo termo inglês wearable, trata-se da incorporação de dispositivos eletrônicos avançados em roupas, calçados e acessórios

Os dispositivos wearables possuem sensores que coletam dados em tempo real e enviam para um aplicativo instalado no celular da pessoa. Dessa forma, ela pode ter acesso a informações importantes sobre sua saúde na palma da mão e com pouquíssimos cliques.

O aplicativo para onde os dados da tecnologia vestível são enviados, podem disponibilizar essas informações ao médico (a) que estiver conectado ao aplicativo. Assim, o profissional consegue, a partir dos dados coletados, personalizar uma linha de tratamento para a pessoa.

Portanto, se a pessoa sofre de diabete, a tecnologia wearable consegue monitorar o nível de açúcar no sangue e emitir um alerta quando o nível de açúcar no sangue estiver muito alto ou muito baixo. 

Além disso, o aplicativo pode mostrar um gráfico das altas e baixas de açúcar no sangue, dando ao paciente e médico um panorama sobre como ele está cuidando da glicose.

Como os dispositivos wearables podem ajudar em doença crônicas

tecnologia wearable

A princípio, com a tecnologia vestível o médico passará a realizar os cuidados baseando-se em dados, o que tornará o tratamento mais efetivo. Pois, os wearables podem obter dados do sono, frequência cardíaca, respiração, calorias queimadas, quilômetros percorridos, etc.

Essas informações dirão ao médico o quão saudável o paciente está, se está seguindo o tratamento, tomando seus remédios ou se está cometendo exageros que podem comprometer a sua saúde. 

Dessa forma, se o paciente sofre de insônia, a tecnologia wearable pode fornecer informações sobre padrões e qualidade do sono do paciente, o que pode ajudar o médico a determinar o que está causando insônia.

Além disso, a tecnologia vestível pode solucionar um problema frequente nos tratamentos médicos, cerca de metade das pessoas com doenças crônicas não aderem ao tratamento, seja porque não tomam os remédios ou porque não fazem os exercícios recomendados.

Mas, a tecnologia wearable vai ajudar o paciente a lembrar de tomar os seus remédios e fazer os seus exercícios, podendo até alertar o médico quando algo não está caminhando como deveria.

Sem dúvida, a tecnologia vestível é uma necessidade para pessoas com doenças crônicas como diabete e artrite, visto que elas precisam administrar essas condições ao longo de suas vidas, na maior parte do tempo sem um profissional dedicado para isso. 

Os tipos de tecnologia vestível para doenças crônicas

Existem vários tipos de tecnologia vestível para acompanhar pacientes com doenças crônicas, veja abaixo alguns exemplos:

  • Jawbone Up:  consiste em um receptor sem fio para o pescoço, que envia dados para um aplicativo em seu telefone. O aplicativo fornece informações sobre: frequência cardíaca, passos dados e calorias queimadas durante o dia. Assim, é possível usar essas informações para mudar a sua rotina ou monitorar o seu progresso em relação às metas estabelecidas pelo seu médico, ou nutricionista.
  • Fitbit Flex: contém sensores na forma de tornozeleiras que também enviam dados para um aplicativo em seu telefone. No aplicativo você pode monitorar os passos dados, nível de atividade, qualidade do sono e muito mais. Os dados coletados pelo Fitbit Flex fornece relatórios personalizados que podem otimizar a sua dieta.
  • Garmin Forerunner: possuem sensores em formato de tiras que se conectam diretamente à pele. O sensor enviará dados para o aplicativo Garmin, que o ajudará a monitorar a sua frequência cardíaca, passos dados, distância percorrida, calorias queimadas, etc., tornando-os ideais para rastrear doenças de longo prazo, como câncer ou artrite.
  • Apple Watch: a Apple possui uma variedade de relógios com vários recursos de rastreamento, incluindo contagem de passos e tempo decorrido.

Certamente a tecnologia vestível trará mais comodidade para médico e paciente, assertividade no tratamento e segurança para o paciente. 

Entretanto, as empresas que oferecem tecnologia wearable devem se atentar a experiência do usuário, ainda mais quando são destinados exclusivamente para o setor da saúde, que visa coletar dados de saúde, bem-estar e condicionamento físico dos usuários.

No mais, as instituições devem se preparar para receber essa imensa quantidade de dados desses dispositivos, treinar o corpo clínico para o atendimento digital e dispor de uma equipe pronta para urgência e emergência, caso esses dispositivos emitam alertas.

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De antemão, se o seu negócio não está vendendo como deveria, é provável que haja algum problema com a jornada do cliente

Pois, entender o caminho que o seu cliente percorre até decidir fechar negócio com você, é fundamental para auxiliá-lo em sua decisão e identificar possíveis problemas em alguma etapa da jornada, que podem fazê-lo desistir da compra.

Além disso, devemos considerar que o comportamento do consumidor atualmente difere de 10 anos, no qual ele precisava se deslocar para pesquisar as suas opções, e encontrar a empresa que lhe oferecesse as melhores condições para a solução que estava buscando.

Atualmente, o consumidor inicia a sua jornada pelo digital, procurando alguns termos no Google, relacionados a sua necessidade/desejo, ele obtém uma abundância de opções. 

💡Saiba mais: Jornada do usuário: 5 passos para criar uma jornada efetiva

Por isso, a jornada do cliente se faz bastante necessária, porque através dela você constrói o funil de vendas e começa a trabalhar o marketing de conteúdo conforme a etapa que o cliente se encontra na jornada.

Dessa forma, é possível posicionar a sua empresa nos buscadores quando o cliente procurar por soluções que o seu negócio comercializa, considerando a consciência do cliente em relação a sua necessidade, existência da marca, o produto/serviços que está buscando, etc.

Assim, é possível oferecer o conteúdo certo no momento certo!

Portanto, vamos entender em detalhes o que é a jornada do cliente, qual a sua relação com o funil de vendas e como mapear essa jornada, acompanhe a leitura.

O que é jornada do cliente?

A jornada do cliente é o caminho que ele percorre antes, durante e após o contato com a marca, que abrange desde o surgimento da sua necessidade, até a sua fidelização. 

Então, é feita uma análise comportamental do público para entender como ele inicia o processo de decisão por uma solução. Isto é, quais são as etapas que ele percorre, antes de optar pela solução da empresa.

Por exemplo, Ana percebe que o seu carro está ultrapassado, os bancos são desconfortáveis, ele gasta muita gasolina e não tem ar condicionado. Em vista dessas necessidades, Ana decide que precisa comprar um carro novo.

Portanto, logo ela começa a fazer a seguinte busca no Google: “carros confortáveis e econômicos“, este é o início da jornada de compra de Ana.

Se você é uma concessionária, precisa criar um conteúdo de topo de funil, falando dos melhores carros que dispõe em sua loja, que sejam confortáveis e econômicos, levando-a a querer saber mais detalhes dos carros mencionados.

Assim, após conhecer os modelos disponíveis, que atendam as necessidades que ela precisa, Ana avança na jornada do cliente. Agora, ela fará buscas mais específicas como: “Nivus Highline”, isso mostra que de todos os veículos que ela pesquisou, o Nivus foi o que mais lhe chamou a atenção.

Nos resultados de pesquisa para este termo, ela vai encontrar bastantes sites direcionando-a diretamente para a página de venda do automóvel, você pode fazer o mesmo.

Mas, além disso, seria interessante criar um conteúdo de meio de funil para este termo, dando o máximo de detalhes do veículo e trabalhando o emocional dela para convencê-la de que escolheu o carro certo, e pode fechar negócio com a sua empresa.

Depois disso, ela avança novamente na jornada do cliente, passando a pesquisar quais as melhores concessionárias para “comprar o carro Nivus”, aqui o conteúdo será mais comercial e de fundo de funil, tendo o objetivo de influenciar a sua decisão de compra.

Assim que ela opta pela sua empresa, Ana avança mais uma vez na jornada de compra, chegando ao pós-venda, onde será trabalhado a sua fidelização.

💡Saiba mais: Customer Success: conheça o segredo para alcançar o top of mind

Entenda a relação da jornada do cliente e o funil de vendas

funil de vendas

O funil de vendas acompanha a jornada do cliente, a principal diferença dos dois conceitos é que o funil de vendas mostra as ações dentro do processo de inbound marketing. Enquanto a jornada do cliente elucida o caminho percorrido pelo cliente.

Em outras palavras, quando falamos da jornada do cliente analisamos o processo do ponto de vista do consumidor, já no funil de vendas olhamos para o processo a partir dos objetivos da empresa, como:

  • Atrair – Topo de funil: atrair potenciais clientes para o seu site por meio de conteúdos relevantes
  • Considerar – Meio de funil: transformar seus visitantes em leads, clientes interessados na sua solução, capturando o seu contato para criar um vínculo e gerar um relacionamento por meio de conteúdos personalizados.
  • Converter – Fundo de funil: converter leads em clientes, por meio de conteúdos diretos e mais comerciais.

Veja o exemplo da Ana, as ações dela foram buscar por termos no Google que aumentaram o seu nível de consciência, fazendo-a descer para o fundo do funil. 

Isto é, suas buscas saíram de termos bem genéricos (topo de funil) para termos mais específicos (meio de funil), que a levaram a consideração de compra (fundo de funil).

E o caminho percorrido por ela ocorreu da seguinte forma:

  1. Aprendizado e descoberta – Ana viu que seu carro não atendia algumas necessidades que considerava importantes como conforto e economia.
  2. Observação – Logo após o despertar de consciência, Ana começou a verificar quais eram as opções que o mercado oferecia.
  3. Reconhecimento – Após pesquisar viu que o carro Nivus Highline atendia todas as necessidades que precisava.
  4. Consideração – Já sabendo qual o carro que queria comprar, Ana passou a avaliar as condições de compra que cada empresa do segmento oferecia.
  5. Decisão de compra – Então, após analisar as vantagens e desvantagens de cada empresa, Ana fechou negócio com uma empresa.

Quais são as etapas da jornada do cliente?

A jornada do cliente, como você pode observar brevemente no tópico anterior, é composta por 5 etapas que resumem qual é o processo de compra do cliente, vamos conferir quais são essas 5 etapas.

Aprendizado e descoberta

Neste primeiro passo da jornada do cliente, ele não está pensando em comprar, está tomando consciência de uma necessidade/desejo, que ele não sabia que tinha.

Assim como ocorreu no caso da Ana, ela começou a tomar conhecimento de que o seu carro não atendia algumas necessidades que ela considerava importantes, e isso foi o suficiente para que ela desse início a sua jornada de compra.

Portanto, o foco da publicidade e do marketing nesta etapa da jornada do cliente é a visibilidade, alcance e impressão

O objetivo é captar a atenção do cliente e ajudá-lo a tomar consciência do problema, fornecendo conteúdos mais educativos e menos comerciais, já que se trata do topo do funil.

Observação

Na segunda etapa da jornada do cliente, ele sabe o que pesquisar já que está plenamente consciente da sua necessidade/desejo. Logo, ele fará buscas genéricas para verificar quais são as suas opções e quais delas estão dentro do seu orçamento.

Nesta etapa o cliente está a um passo de passar para o meio do funil, o papel da empresa é tirar suas dúvidas, apresentar opções e deixar claro que você sabe qual é a sua necessidade/desejo e pode resolvê-la.

💡Saiba mais: Customer centric: 5 maneiras de otimizar a satisfação do cliente

Reconhecimento

Então, após ter tomado conhecimento da sua necessidade/desejo, identificado as opções que o mercado disponibiliza, o cliente reconhece qual é a solução que pode ajudá-lo.

Nesta etapa da jornada do cliente, ele ainda não está buscando por uma empresa, ele está procurando saber mais a respeito da solução que encontrou.

Sendo assim, a empresa deve fornecer conteúdos de meio de funil, aprofundando as necessidades/desejo do cliente e como a solução em questão pode ajudá-lo.

Consideração

O cliente sabe tudo o que precisa sobre a solução que escolheu. Então, na etapa de consideração, ele fará uma busca pelas empresas que oferecem tal solução, investigando a reputação de cada marca, as condições de compra, os benefícios e tudo o que achar necessário para se certificar que está fechando negócio com uma empresa idônea.

Dessa forma, a empresa deve criar landing pages ou ter um e-commerce bem atrativo, que considere a experiência do usuário e seja informativo, responsivo e intuitivo. 

Esse é o momento da empresa mostrar que ela é a melhor opção, e isso pode ser feito disponibilizando depoimentos, premiações, segurança e, acima de tudo, entendendo qual é a dor do seu cliente.

Decisão de compra

A princípio, se o seu produto/serviço se destacou das demais opções que o cliente pesquisou, ele avançará na jornada do cliente chegando a decisão de compra. Mas, o esforço para conquistar esse cliente ainda não acabou!

Na página do produto/serviço continue reforçando os diversos benefícios, depoimentos de clientes satisfeitos, garantia de devolução, prazo de entrega para produtos e qualquer informação que te destaque dos seus concorrentes.

E no checkout seja transparente, ofereça diversas formas de pagamentos, tenha um design clean, garanta descontos à vista, não complique a efetivação da compra nesta etapa, porque ele ainda pode desistir.

Além disso, garanta que o cliente possa comprar online e retirar na loja!

Por fim, após a efetivação da compra, cuide do pós-venda, ofereça um suporte impecável ao seu cliente, porque essa etapa é fundamental para fidelizá-lo. 

Afinal, é mais fácil vender para alguém que já comprou de você, do que para alguém que ainda não conhece a sua marca. O esforço é menor!

💡Saiba mais: Retenção de clientes: como medir e aumentar esta taxa? Saiba mais

Certamente, se você mapear a jornada do cliente, auxiliando-lhe em todo processo de compra, desde a descoberta da necessidade/desejo até a decisão de compra, aumenta a probabilidade dos clientes fecharem negócio com você.

Porque, a sua empresa não será como as outras que só querem vender a todo custo, sem se importar com as necessidades do cliente. 

Atualmente, as empresas precisam ser mais empáticas, humanizar os seus processos para só depois pensar em vendas, que será resultado destas mudanças.

Conte com a RedFox para impulsionar os seus resultados, somos especialistas em inovação, transformação digital, tecnologias e negócios.

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A gestão ágil é focada no aprendizado empírico, dando à equipe margem para erros, mas procurando fazer correções rápidas, com intuito de refinar e tornar o processo de desenvolvimento dos projetos mais assertivo.

Este método de gestão surgiu para suprir a necessidade de organização dos projetos, oferecendo uma comunicação transparente entre os membros da equipe, maior flexibilidade frente às mudanças e a melhoria contínua por meio de ciclos de entregas mais curtos.

Dessa forma, a gestão ágil consegue otimizar o processo de entrega de um projeto, tornando-o mais rápido e eficiente. 

Entretanto, as metodologias ágeis, usadas neste tipo de gestão, não têm a finalidade de reduzir o tempo de finalização do projeto, mas entregar valor para o cliente.

Então, para ficar mais claro do que se trata a gestão ágil e como ela se diferencia da gestão tradicional, leia este conteúdo até o fim para entender em detalhes sobre essa gestão.

O que é gestão ágil?

A gestão ágil é um modelo de gestão que busca desenvolver projetos dividindo-os em etapas menores usando Produto Mínimo Viável (MVP), ou seja, o MVP disponibiliza um conjunto mínimo de funcionalidades que permite ao cliente testar a solução antes dela estar 100% pronta.

Entretanto, além do MVP esse modelo de gestão usa outros métodos das metodologias ágeis, como Scrum, squads ágeis, Lean, Kanban, Feature Driven Development (FDD) entre outros, para aumentar a eficiência, produtividade e qualidade do que é entregue para o cliente.

💡 Saiba mais: Tipos de metodologia ágil: conheça 6 métodos altamente eficazes

Assim, a cada ciclo de entrega é coletado feedbacks do cliente, que servirão de base para dar início a um novo ciclo de desenvolvimento, durando em torno de 2 a 4 semanas, sendo testado novamente pelo cliente até que a solução não tenha mais nenhum feedback negativo.

Além disso, devido às metodologias citadas anteriormente, há uma evolução na estrutura organizacional, pois os métodos ágeis usados na gestão ágil criam um jeito de trabalhar, gerando respostas mais dinâmicas e ágeis para as demandas do business, dando maior autonomia para a equipe.

Assim, a tomada de decisão é feita por aqueles que estão mais próximos do problema, e como a equipe (squads) é formada por pessoas de diferentes formações (multidisciplinar), possibilita o compartilhamento de know-how, aumentando a probabilidade de ideias inovadoras surgirem.

💡 Saiba mais: Gestão da inovação: como aplicar no seu negócio

Portanto, quando falamos de agilidade, não é especificamente sobre velocidade, mas sobre a capacidade de adaptação de uma organização frente aos desafios.

Como a gestão ágil se diferencia da gestão tradicional

Metodologias ágeis

A gestão tradicional, conhecida como Waterfall ou Cascata, preza pela hierarquia das funções e o cumprimento em camadas das fases de um projeto. Nesta gestão, valoriza-se a centralização e o controle! Assim, qualquer decisão precisa passar por níveis hierárquicos superiores, até que o operacional possa fazer algo.

Diferente da gestão ágil, a gestão tradicional desenvolve os seus projetos sem nenhum contato com o cliente, o que aumenta as chances de insucesso da solução desenvolvida, por não trazer o cliente para dentro do processo de desenvolvimento.

Além disso, caso haja sugestões de mudanças e pedidos de refação, neste modelo de gestão a equipe precisa cumprir novamente as fases necessárias de desenvolvimento, tomando um grande tempo e estendendo a conclusão do projeto.

Sendo assim, a gestão tradicional não possui flexibilidade ao lidar com mudanças, é um modelo sequencial, isto é, a próxima etapa do projeto só pode ser executada quando a anterior for concluída, não é possível adiantar uma tarefa, o que não acontece na gestão ágil.

Portanto, tudo deve sair como foi planejado, não considerando as mudanças no comportamento do usuário ou dos pontos de melhoria, sendo o valor definido apenas quando o projeto fica 100% pronto.

Consegue perceber a diferença entre a gestão tradicional e a gestão ágil? E, porque, esse modelo de gestão é mais eficaz do que o modelo tradicional?

Essa gestão busca satisfazer o cliente, e não apenas concluir o desenvolvimento de uma solução para depois criar uma necessidade. 

Então, realizando entregas contínuas da solução, o gestor se alinha às necessidades do cliente e não perde tempo refazendo etapas desnecessárias ou engessando decisões que a própria equipe pode decidir.

💡 Saiba mais: Squads e metodologias ágeis: Por que usar na minha empresa?

Benefícios deste modelo de gestão

À primeira vista, não tem como falarmos sobre gestão ágil e não citar o esforço da equipe. Um dos principais destaques das metodologias ágeis que o gestor ágil usa em seu processo, é a multidisciplinaridade e a capacidade de autogestão da equipe.

Em outras palavras, os colaboradores têm a liberdade de seguir a própria linha de trabalho, podendo executar as atividades conforme o perfil e a expertise de cada um.

Assim, os profissionais têm maior autonomia, mas eles conversam entre si e encontram as soluções para os desafios juntos, ficando o gestor apenas como um mentor, guiando e orientando a equipe. 

Dessa forma, há uma grande troca entre os membros da equipe, que enriquece as suas skills e melhoram os resultados do projeto, visto que a confiança depositada neles despertam o senso de comprometimento e responsabilidade pelos resultados.

Além disso, ainda outro benefício relevante são as entregas por ciclo, isso permite que o cliente consiga acompanhar de perto o desenvolvimento do projeto, podendo solicitar ajustes e alterações sempre que achar necessário, sem prejudicar o andamento do projeto.

E no mais, a gestão ágil desburocratiza o desenvolvimento das soluções, promove execução dos projetos em tempo hábil, consegue superar os desafios com mais facilidade e gera maior engajamento da equipe aumentando o overdelivery.

💡 Saiba mais: Business Agility: como se sobressair diante do inesperado

Esses são alguns dos diversos benefícios deste modelo de gestão, e se você não tem uma equipe dedicada para o desenvolvimento das suas soluções, você pode contar com a RedFox, fornecemos o apoio necessário para você poder desenvolver os seus projetos com um ROI bastante atrativo.

Entre em contato com a gente!

Sobre a RedFox

A RedFox é uma consultoria que aprimora e potencializa projetos de inovação e projetos digitais. Além disso, acompanhamos a jornada de transformação digital e inovação dos nossos clientes. 

Também realizamos um assessment dos desafios enfrentados pela empresa e avaliamos o grau de maturidade do business. Assim, a partir daí co-desenvolvemos estratégias e iniciativas de inovação corporativa com tecnologias disruptivas para ajudar você a alcançar os objetivos estratégicos do seu business.

Então, podemos ajudar você, por meio da:

  • Governança Digital: Ajudamos nossos clientes a definir o foco em suas iniciativas de inovação e ajudá-los a obter um melhor retorno sobre seus investimentos e projetos inovadores.
  • Experience: Na RedFox não falamos apenas sobre ótimos produtos ou experiências do cliente. Nós os co-criamos com nossos clientes.
  • Digital Delivery: Ajudamos as empresas em cada estágio do ciclo de desenvolvimento do produto. Desde a idealização com um protótipo, testando um novo produto ou serviço com um MVP, até encontrar um modelo de go-to-market do produto.
  • Hello Futuro Academy: Capacitação de profissionais e colaboradores em inovação, product discovery, liderança e gestão de squads ágeis.

Então, quer melhorar os resultados do seu negócio? Entre em contato conosco, podemos ajudar você a impulsionar o seu business.

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